segunda-feira, 27 de maio de 2013

Associação Raia Alentejana


Raia - Alentejo - Portugal
Este Site foi realizado pela Associação Projecto Raia Alentejana, tem como objectivo valorizar a Raia, ajudar esta zona interior e esquecida, trazer gente para ...cá, dar esperança aos que cá vivem, ajudar os negócios locais, não deixar esmorecer a terra mais bonita do mundo.
Aqui temos centenas de horas de trabalho, centenas de quilómetros percorridos, muita ajuda de amigos, muita alegria e cansaço, sem qualquer ajuda do estado, tudo com o nosso tempo e dinheiro.
Este é um trabalho em construção, o início de um Portal que ajude a divulgar a Raia Alentejana, temos mais 10 Rotas em pesquisa, das quais destacamos os GeoMonumentos de Santiago Maior e a Mina dos Mocissos perto do Alqueva.
Venham passear connosco, os nossos contactos e a ligação para o nosso Projecto estão abaixo.
00351 965670853
raiaalentejana@gmail.com
http://faria100.wix.com/raia-borderlands

Ervilhas Guisadas com Linguiça á Sacristão



Compadres, que tal umas Ervilhas Guisadas com Linguiça no "Sacristão", em Aguiar?
 
Segundo documentos antigos a fundação de Aguiar emerge de um obscuro Agar - origem toponímica de tradição oral local, divulgada na historiografia por Túlio Espanca.

Em 1269 foi concedida a Aguiar carta de foral por Estevão Rodrigues e D. Marinha Martins, segundo o modelo de Santarém. A carta de foral foi, posteriormente, confirmada por D. Dinis e reformada, em 1516, por D. Manuel I. Mais tarde, a vila de Aguiar passou a ser incorporada na Casa dos Condes-barões de Alvito, onde permanece até extinção dos vínculos.

Em 1389, é atestada a sua importância como povoação vizinha ao Concelho de Évora através de referência a um Caminho de Aguiar.

A proximidade do antigo itinerário romano Évora-Beja e a passagem de uma importante canada serrana, trouxeram à povoação de Aguiar alguma importância estratégica na ligação ao Alto ao Baixo Alentejo.

Uma figura dos tempos áureos é o pároco André de Resende (1500-1573) que ali viveu no século XVI e, muito contribuiu para o desenvolvimento económico e cultural a localidade. Foi amigo e correspondente de Erasmo e professor dos Infantes. É-lhe atribuído o facto de ter citado, pela primeira vez, o nome Lusíadas como sinónimo de Portugueses, na obra Encomium Erasmi.
Na vila de Aguiar são escassos os monumentos, no entanto, a arquitectura popular e a riqueza das suas tradições são o seu cartaz de visita.
 
Padroeira:
N.ª Sr.ª da Assunção
 
 

Fluviário de Mora

O Fluviário de Moraum aquário que dá a conhecer as diferentes espécies de água doce, os diferentes tipos de habitats e os seres vivos que neles vivem. 

O Fluviário, que realiza habitualmente oficinas ambientais e visitas guiadas para grupos, está aberto todos os dias das 10h às 17h (ou até às 19h no horário de Verão).

Mora Parque Ecológico do Gameiro – Cabeção. Tel.: 266448130
Das 10h às 18h. Bilhetes a 5 e 7,50 euros (descontos para famílias). Actividades gratuitas
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domingo, 26 de maio de 2013

Grupo Coral Paz e Unidade de Alcáçovas






O Grupo Coral Feminino “Paz e Unidade” surgiu com a finalidade de participar num espectáculo de comemoração do Ano Santo, em 30 de Abril de 2000, no Santuário de Nossa Senhora d’Aires, em representação da Paróquia de Alcáçovas e por sugestão do seu Pároco de então (Salvador Dias Terra).Como a experiência se revelou estimulante e se tratava de pessoas que gostavam do cante alentejano, que na sua maioria passavam o dia a cantar enquanto realizavam os trabalhos do campo, quiseram levar por diante aquela iniciativa e constituíram o Grupo Coral. O Grupo regista uma média de 25-30 actuações por ano, sobretudo em eventos a sul do Tejo.

Castelo de Viana do Alentejo





O Castelo de Viana do Alentejo localiza-se na vila, freguesia e concelho de mesmo nome, distrito de Évora, em Portugal.
Aproximadamente equidistante das cidades de Évora e de Beja, o castelo ergue-se no sopé sul do monte de S. Vicente, em posição dominante sobre a parte antiga da vila. É considerado, juntamente com o Castelo de Alvito, um dos mais notáveis conjuntos arquitetónicos fortificados do final do período gótico. O seu nome, Viana do Alentejo, liga-se ao título nobiliárquico da família Meneses, primeiros condes de Viana, que se destacaram nas campanhas portuguesas do Marrocos no século XV.

Ao doar carta de foral a Viana do Alentejo em 1313 D. Dinis mandou edificar a "cerca de muro em que seia a villa de quatrocentas braças" na qual teriam que ser rasgadas três portas, doando para a obra mil libras (PAIS, 2004, p. 134). Porém, a fortificação que actualmente se implanta sobranceira à povoação "(...) não corresponde a esta intenção régia (...) e as investigações mais recentes inclinam-se para a probabilidade de a cerca dionisina não ter chegado a ser construída, podendo o Castelo de Viana do Alentejo ser uma obra dos finais do século XV ou inícios do século XVI." (Idem, ibidem).
A estrutura do castelo é constituída por cinco panos de muralhas, rematados nos vértices por torreões cilíndricos cobertos por coruchéus. O coruchéu que remata a torre de menagem é mais alto que os restantes, albergando uma sineira com aberturas em todas as faces.
Dentro da cerca foi edificada cerca de 1521 a Igreja Matriz, de traça manuelina, atribuída a Diogo de Arruda, à época mestre das obras da Comarca do Alentejo. Do lado oposto do recinto muralhado ergue-se a Igreja da Misericórdia, construída no mesmo período que a matriz e também atribuída a Arruda, e o edifício onde até finais do século XVII funcionaram os Paços do Concelho. No pátio do castelo eleva-se um cruzeiro manuelino.
Entre os anos de 2000 e 2005 foi levado a cabo o Projecto de Conservação, Recuperação e Valorização do Castelo de Viana do Alentejo, que contemplou escavações arqueológicas, durante as quais foi descoberta uma necrópole, bem como obras de consolidação, restauro e limpeza das muralhas, das igrejas matriz e da Misericórdia e do cruzeiro.
Catarina Oliveira
DIDA/ IGESPAR, I.P./ Fevereiro de 2011

Até ao próximo dia 2 de junho está patente ao público, no Castelo de Viana do Alentejo, uma exposição de joalharia sustentável “Com o Património ao Peito”, de Anabela Marques

Horário:
De 1 de Outubro e 31 de Março entre as 9h30 e as 13h00 e das 14h00 às 17h30.
De 1 de Abril a 30 de Setembro das 10h00 às 19h00, fechando para almoço das 13h00 às 15h00.
Encerra nos feriados  de 1 e 13 de Janeiro, 25 de Abril, 1 de Maio e 25 de Dezembro.

Aguiar

Mais uma caminhada e desta vez em Aguiar.
Percorrendo o montado mais recondido, soberbo património natural, subindo à freguesia do S. Bartolomeu do Outeiro e um desvio pela Igreja local, visitando as antigas termas da Ganhoteira, apreciando o património construido em Aguiar e conversando com as gentes locais...e após tudo isto um pouco de artesanato local e a magnifica gastronomia, com uma espetacular sopa de cação. Foi cinco estrelas.
A todos os participantes, muito obrigado pela companhia e camaradagem.

sábado, 25 de maio de 2013

Barragem da Tourega






Excelente trilho, muito fácil, ideal para grupos familiares com crianças, que faz parte do percurso de Monfurado. Em Tourega, podem-se também observar ruinas duma vila romana.

Barragem da Tourega
Construção: Pedra Granítica e argamassa
Comprimento Parede: 430 metros
Ano Construção: 1953
Utilização Principal: Regadio
Localização: Herdade do Barrocal
Coordenadas: 38°30'0.25"N    8° 2'4.43"W

Link para visualização de percurso: http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=2366142




Vila Romana da Tourega:

A cerca de 13 km de Évora ficam as ruínas de uma vila romana por aqui passava via para Salacia. Hoje restam apenas as ruínas numa paisagem dominada pela Ribeira de Valverde. A chave está na única casa das redondezas, junto ao cemitério.
A área foi ocupada desde século I e no século IV a villa ocuparia uma área de cerca de 500 m2, com termas duplas, para ambos os sexos, com salas e tanques de banhos frios e quentes. Restam hoje três tanques de banhos, de planta rectangular, construídos por muros de argamassa, tendo o mais largo 24,5 metros de comprimento e sobre 4,6 metros de largura.-
http://www.guiadacidade.pt/portugal/?G=monumentos.ver&artid=17264&distritoid=07

Este é um lugar sem japoneses, logo, pouco visitado. No entanto, vale o desvio.

Caminho até à vila, 100 metros a pé.
Os únicos habitantes
Agradecimentos ao Compadre Fala-Barato, do Blog: http://lugares-e-sensacoes.blogspot.pt/