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domingo, 14 de junho de 2020

Tiago Duarte Fotografia- Pégadas de um olhar









Tiago Duarte é um fotografo amador que nasceu e vive em Évora.
Para ele, a fotografia é uma paixão.
Na área da paisagem e natureza é um explorador nato que tem feito registos inéditos no Alentejo.
Nas áreas da fauna e flora é um fotógrafo incansável na descoberta dos tesouros perdidos ao longo dos anos nos campos alentejanos...
https://www.facebook.com/pegadasdeumolhar/






quarta-feira, 27 de maio de 2020

Convento do Espinheiro








Convento de Nossa Senhora do Espinheiro é um antigo mosteiro da Ordem de São Jerónimo que se localiza nos arredores do bairro dos Canaviais, a dois quilómetros do Centro Histórico da cidade e Distrito de Évora, em Portugal.
Constitui-se em um convento que remonta ao século XV, requalificado em nossos dias como hotel de luxo. Encontra-se classificado como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO.
https://www.conventodoespinheiro.com/alentejo/

Sugestão para caminhadas: PR2 Évora https://pt.wikiloc.com/trilhas-trekking/pr2-evora-47762911

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Caricaturas...








https://www.facebook.com/OficinadaTerra

A Barrí­stica é a Arte em cerâmica e inclui, além da Olaria, o Figurado em barro. Este ultimo tem também tradições profundas em Portugal.
Se por um lado as origens de certas expressões do imaginário figurado popular - como o Galo de Barcelos ou a loiça das Caldas - se perdem nos tempos, as escolas de figurado tradicional português que ainda hoje as laboram, das Caldas da Rainha, Barcelos ou Estremoz, alicerçaram fortes bases desde o séc. XVIII, sobretudo a partir do inicio da representação do Presépio, por influencias italianas, desde alturas da construção do Palácio Convento de Mafra.
Muitos artistas contemporãneos Portugueses exploram novas expressões nesta continuidade.
Tiago Cabeça é um dos mais premiados, artista e artesão nacional, nesta forma de arte.
Este artesão tem o seu negócio em Évora, no nº 6 da Rua de S. Manços...

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Évora, a preto e branco...









"Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...

Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe
de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos
nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver."
                                                               Alberto Caeiro
Abraços e bom fim de semana !

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