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quinta-feira, 4 de julho de 2019

Vila Boim





Vila Boim tem vestígios de povoamento desde a época pré-histórica como comprovam algumas antas e dólmens descobertos na freguesia. No século II a.C., chegaram os romanos a Vila Boim. O início da história documentada de Vila Boim, dá-se com a chegada dos muçulmanos. Os muçulmanos baptizaram Vila Boim de Moçarava.

Nacionalidade

Em 1226 D. Sancho II expulsa os muçulmanos de Elvas. Supõe-se assim que esse tenha sido o mesmo ano em que os muçulmanos tenham sido expulsos de Vila Boim. Já no reinado de D. Afonso II, Vila Boim foi doada a D. João de Aboim, deixando a designação de Moçarava, para adoptar numa primeira fase o nome de Vila Aboim e posteriormente a nomenclatura de Vila de Boim. Ao longo da segunda metade do século XII, D. João de Aboim foi adquirindo mais terras, até que em data incerteza e quando Elvas delimitou por padrões as possessões senhoriais, surgiu o Concelho de Vila Boim.
Desde 1305, o Concelho de Vila Boim andou na posse da coroa, até que em 23 de Janeiro de 1374, D. Fernando extinguiu o Concelho de Vila Boim e o integrou no Concelho de Elvas. Mas a 14 de Julho de 1374, D. Fernando, voltou a restituir o Concelho de Vila Boim e a sua autonomia.
Em 1451, Fernando de Abreu vendeu Vila Boim a Fernando I de Bragança, fazendo Vila Boim parte do Ducado de Bragança até 1876. Em 1505 iniciou-se a construção do Castelo de Vila Boim, que foi destruido na Guerra da Restauração. Os principais monumentos de Vila Boim já não existem. A lembrar: Castelo de Vila Boim, Paço dos Duques de Bragança e o Pelourinho. Resta apenas a Igreja de São João Baptista do século XVIII. A 1 de Julho de 1518 Vila Boim recebeu foral manuelino.
Em 1836 aquando das reformas administrativas o Concelho de Vila Boim foi definitivamente extinto e integrado no Concelho de Elvas.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Alvito







Pacata vila, sede de concelho, situada no Baixo Alentejo, Alvito respira paz de espírito e tranquilidade, por entre o seu casario branco de faixa amarela ou azul. 
A presença humana nesta região data de longínquos tempos, existindo mesmo vestígios de ocupação desde o neolítico, assim como durante a idade do cobre, a idade do bronze e a idade do ferro. 
Outrora uma importante localidade Alentejana, de franco crescimento durante a Época Moderna, estagnou o seu desenvolvimento na década de 60 do século XX e é hoje uma linda vila da planície do Baixo Alentejo, dona de um rico património presente a cada esquina. 
A vila como que se desenvolve ao redor do seu bonito Castelo, do século XV, onde hoje em dia funciona a Pousada de Alvito. Conhecida como uma vila marcadamente Manuelina, possui nas suas ruas pormenores engraçados que o atestam, como arcos de recorte manuelino, sendo mesmo no Alvito que se pode encontrar a maior concentração de portais manuelinos de todo o baixo Alentejo. 
O fervor religioso presente ao longo dos séculos pode ser constatado nas Igrejas de Nossa Senhora da Assunção, na de Santo António, na Matriz de Alvito, na da Misericórdia ou nas Capelas de Nossa Senhora das Candeias, de São Bartolomeu, não esquecendo o Convento de São Francisco ou no de Nossa Senhora dos Mártires. 
Uma das grandes atracções desta vila situa-se por baixo da Praça do Rossio: as chamadas Grutas do Alvito, um conjunto de galerias subterrâneas resultantes da exploração de pedra desde o século XII. 
Bem perto do Alvito, é digno de registo o Palácio de Água de Peixes, um edifício medieval, cuja construção remonta ao século XII. 


Fotos retiradas da Internet.
Texto copiado do site: https://www.guiadacidade.pt/

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Vila Boim















Hoje estamos no distrito de Portalegre, no concelho de Elvas, para visitar Vila Boim.
Actualmente Vila Boim está integrada na União de Freguesias de Terrugem e Vila Boim.
É uma localidade rural do concelho de Elvas mas já foi sede de concelho até 1836, quando passou administrativamente para Elvas. 
A sua principal actividade económica é a agricultura.
A história de Vila Boim começa ainda na idade do Ferro, onde provavelmente se construiu um Castro, dada a sua localização cimeira e estratégiaca. Esse pequeno povoado foi de seguida aproveitado e acrescentado pelos Romanos e ocupado a partir do século VIII pelas populações Islâmicas. Ganha entáo o nome de Moçarava o que significa que era habitada por populações moçárabes, cristãos. 
Após a conquista Portuguesa na década de 1250, Moçarava foi duada a D. João de Aboim que mudou o nome da Vila para Villaboim. Segundo os registos históricos, a Igreja Matriz terá sido construída por volta do ano de 1262 e foi reconstruída entre 1778 e 1785. 
Em 1478, o Duque de Bragança pretende construir um Castelo em Vila Boim, mas o Castelo só seria uma realidade no século seguinte.
No reinado de D. Manuei I , Vila Boim ganhou novo foral a 1 de Julho de 1518. Durante a Guerra da Restauração a vila seria arrasada pelas tropas Espanholas e as suas fortificações destruídas.
O património histórico imóvel de Vila Boim é marcado pela Igreja Matriz,reconstruída no século XVIII , pela Igreja de São Francisco, inaugurada em 1741 e também pelos passos da Via Sacra. Do Castelo e das Fortificações encontram-se apenas alguns vestígios e as Capelas de São Bartolomeu e Stª Maria Madalena foram demolidas no século XIX. 
Tem uma gastronomia e uma doçaria típica do Alentejo onde se pode destacar os Borrachos e os Anéis ou Argolas meladas.
Visite que vale a pena...

Texto da autoria do nosso compadre  José Pessoa.
Fotos retiradas da Internet.
Foto Aérea: A Terceira Dimensão.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Arraiolos









Vila bem Alentejana, sede de concelho, situada no distrito de Évora, Arraiolos é conhecida mormente pelos seus típicos bordados que vão passando de geração em geração.
Com vestígios de presença humana tempos remotos, provavelmente desde o Neolítico, ou mesmo desde o Calcolítico, a região do concelho de Arraiolos já teria mesmo uma significativa ocupação humana desde o IV Milénio a.C.
Vários povos ocuparam este território, que conta pois com uma longa e rica história.
A paisagem da região, tipicamente alentejana, é um dos maiores bem patrimoniais de Arraiolos, tendo-se do Castelo da Vila um panorama extraordinário sobre o bonito casario branco e toda a natureza circundante. Aqui encontra-se igualmente a enorme Igreja do Salvador, uma interessante construção do século XVI, rodeada pelas muralhas.
Na Vila, a Igreja da Misericórdia, e a fonte rural Chafariz dos Almocreves, são importantes legados patrimoniais, inseridos no centro histórico que foi alvo recentemente de obras de reconstrução e preservação.

Fonte: https://www.guiadacidade.pt/pt

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Coretos e Bandas Filarmónicas



Era um tempo curioso, lento, sem pressas, sem correias.
A música e o prazer de passear eram um forte sentimento das populações de então.
As bandas filarmónicas emergiam como actividade lúdica de quantos pretendiam ocupar o seu lazer aprendendo a tocar música.
Era assim o quotidiano.
Nas aldeias e vilas onde nasciam as bandas, especialmente aí, surgiu a necessidade de construir um coreto para que a banda tocasse sem ter que se preocupar com as intempéries, dando-lhe, por outro lado, um estatuto especial de festa.
Os coretos passaram a ser locais privilegiados de animação e distracção das populações, que na tarde de Domingo, circulando no passeio público, se dedicavam ao som da Filarmónica.
As bandas Filarmónicas representam uma das iniciativas culturais mais importantes para as populações, que ao longo do ano souberam dignificar esta forma de expressão cultural.

sábado, 26 de setembro de 2015

Moura










Moura, cidade sede de concelho, fica situada no extremo oriental do Alentejo, na margem esquerda do Rio Guadiana, e é delimitada para oriente, por Espanha. À sua volta estão localizados os concelhos de Barrancos, Mourão, Reguengos de Monsaraz, Portel, Vidigueira e Serpa.

A designação de Moura deve-se à lenda de Moura Salúquia, princesa moura que se suicidou durante a conquista da cidade pelos Cristãos e ao saber da morte do seu amado.

Moura é uma cidade com séculos de história. Tomada aos Mouros em 1166 foi perdida e reconquistada várias vezes até ser conquistada definitivamente em 1295.

Cidade com grande abundância de água, tem inúmeras fontes e vários jardins sendo também conhecida pelas suas termas e pela água do Castello.

Informação: http://www.roteirodoalqueva.com/

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Coreto da Vila de Alcáçovas




























Os primeiros registos, que existem de um coreto na vila de Alcáçovas, neste caso iconográficos, são de 1910, estrutura efémera, como ocorreu um pouco por todo o pais. Esta estrutura era utilizada na Praça e também no Largo Alexandre Herculano, para que a Banda de Música da Sociedade União Alcaçovense se fizesse ouvir com as suas obras e reportórios.


Alguns anos mais tarde, a partir de 1925, julga-se que terá surgido a ideia entre os Alcaçovenses, para a construção de um Coreto no Largo Alexandre Herculano. Por esta altura já se tinha iniciado, entre a Vila de Alcáçovas e a Cidade de Setúbal, um intercâmbio cultural, que haveria de culminar com a inauguração do Coreto em 29 de Setembro de 1929. Este intercâmbio terá existido, pelo facto de nas primeiras décadas do século XX, a Banda de Música da Capricho Setubalense, ser dirigida pelo ilustre Alcaçovense, o Maestro Doménico Maia. De referir também, que o Alcaçovense, Sr. Agripino Maia, dirigia neste período, o famoso Sextetos de Saxofones, da Sociedade Capricho Setubalense que deslumbrantes saraus musicais proporcionaram aos Alcaçovenses.


O coreto da vila de Alcáçovas fará no no próximo mês de Setembro 86 anos.


Tal como este Coreto, todos os coretos ficarão para sempre caracterizados como um símbolo de descentralização e democratização cultural, não só em Portugal, mas também em toda a Europa. Transmissores dos ideais de igualdade, os coretos foram sem dúvida, um dos símbolos responsáveis, por a cultura ter saído dos meios intelectuais para a rua. Locais onde o analfabetismo predominava, passavam-se então a ouvir as bandas filarmónicas, sendo então transmitido para toda a comunidade, o gosto pela música.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Coreto de Viana do Alentejo


























O coreto de Viana do Alentejo é uma estrutura de pequenas dimensões, tipicamente alentejana, sendo a sua base branca com faixas amarelas e a sua cúpula verde com faixa prateada. Localiza-se no jardim do rossio, junto ao antigo ao Mosteiro do Bom Jesus de Viana do Alentejo.


sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Há 85 anos...




























   Os primeiros registos, que existem de um coreto na vila das Alcáçovas, neste caso iconográficos, são de 1910, estrutura efémera, como ocorreu um pouco por todo o pais. Esta estrutura era utilizada na Praça e também no Largo Alexandre Herculano, para que a Banda de Música da Sociedade União Alcaçovense se fizesse ouvir com as suas obras e repertórios.
   Alguns anos mais tarde, a partir de 1925, julga-se que terá surgido a ideia entre os Alcaçovenses, para a construção de um Coreto no Largo Alexandre Herculano. Por esta altura já se tinha iniciado, entre a Vila das Alcáçovas e a Cidade de Setúbal, um intercâmbio cultural, que haveria de culminar com a inauguração do Coreto em 29 de Setembro de 1929. Este intercâmbio, terá existido, pelo facto de nas primeiras décadas do século XX, a Banda de Música da Capricho Setubalense, ser dirigida pelo ilustre Alcaçovense, o Maestro Doménico Maia. De referir também, que o Alcaçovense, Sr. Agripino Maia, dirigia neste período, o famoso Sextetos de Saxofones, da Sociedade Capricho Setubalense que deslumbrantes saraus musicais proporcionaram aos Alcaçovenses.
   Tal como o nosso Coreto, todos os coretos ficarão para sempre caracterizados como um símbolo de descentralização e democratização cultural, não só em Portugal, mas também em toda a Europa. Transmissores dos ideais de igualdade, os coretos foram sem dúvida, um dos símbolos responsáveis, por a cultura ter saído dos meios intelectuais para a rua. Local onde o analfabetismo predominava, passavam-se então a ouvir as bandas filarmónicas, sendo então transmitido para toda a comunidade, o gosto pela música.

   Imóveis de reconhecido interesse cultural, existem actualmente em Portugal muitas centenas de coretos dispersos por todo o território, no entanto, só algumas dezenas se encontram inventariados e muito poucos se encontram legalmente protegidos. Alguns até têm sido retirados dos locais públicos, onde foram construídos. Outros há, que não foram destruídos, mas encontram-se num estado de conservação deplorável. Neste sentido, podemos dizer que é um orgulho para todos os Alcaçovenses e mesmo para o concelho de Viana do Alentejo, o facto de o Coreto da Vila das Alcáçovas ter chegado aos nossos dias em tão bom estado de conservação, atendendo, que muitas são as localidades por esses pais fora, que isso não acontece. 

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Exposição de Aguarelas em Viana do Alentejo



De 14 de junho a 27 de julho está patente ao público, no Castelo de Viana do Alentejo, a "Exposição de Aguarelas" da autoria de Bela Mestre. 

Esta exposição, a inaugurar no próximo dia 14 pelas 17h00, promovida pelo Município de Viana do Alentejo e Junta de Freguesia local, é visitável no horário de funcionamento do Posto de Turismo entre as 10h00 e as 13h00, e entre as 14h00 e as 18h00.

Visto em: www.facebook.com/municipiovianadoalentejo

segunda-feira, 31 de março de 2014

Coreto de Fronteira

Da data de construção ninguém sabe, mas é provável que o mesmo tenha erigido em meados do século XIX, visto que pela mesma altura se criou nesta localidade uma filarmónica.
Conhecem-se, no entanto, três datas de reconstrução.
A primeira ocorreu no ano de 1899. A notícia seguinte, datada de 1917, da conta de uma nova reparação no coreto.
Dezassete anos volvidos, em 1931 deram-lhe o aspecto que actualmente apresenta e foram da responsabilidade da Igreja Matriz de Fronteira, sua proprietária.
De planta octogonal, com 2,40 de lado e a 1,65m do solo, constituído em alvenaria, tem o seu pavimento em argamassa de cimento, com pilares em ferro fundido, gradeamento em ferro forjado e a cobertura de chapa zincada lisa, com estrutura em ferro fundido.
É utilizado muito esporadicamente em algumas festividades religiosas.
Não tem iluminação nem acesso próprio.
Está separado do jardim por um pavimento calcetado.
Mantém-se em bom estado de conservação.
Fonte: Coretos do Norte Alentejano / Maria de Lurdes Ferreira Serra




O coreto foi mandado construir em 1845, estando inicialmente relacionado com o culto religioso, uma vez que era propriedade da Igreja Matriz.
Originalmente a sua implantação correspondia à área cemiterial.
Em 1899 sofreu obras de reconstrução, com carácter de urgência, tendo em vista a utilização festiva das comemorações da passagem do século.
Em 1917, sofreu novas de reparação, procedendo-se à substituição das colunas em madeira por outras construídas em chapa metálica.
Em 1941, sofreu nova intervenção após os estragos provocados pelo ciclone de 15 de Fevereiro desse ano.
Tem base octogonal executada em alvenaria, sendo toda a estrutura superior em ferro trabalhado.
Fonte: Património Rural do Norte Alentejo – Associação dos Municípios do Norte Alentejano – Setembro 08.
Foto:http://4.bp.blogspot.com/-rvtgIuLT3Vw/UlPCyY4FAII/AAAAAAAAF8k/saEcBQIiS_8/s1600/1383833_10202341491444666_327293627_n.jpg

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Quadros de Bela Mestre, a Pintora de Alcáçovas...

 
"As Árvores morrem de pé" - acrilico s/tela
 "Noite" -
Acrílico S/tela
 
"... árvore verde,
meu pensamento em ti se perde
ver é dormir neste momento..."
Sobreira - Acrilico s/tela

Coreto de Alcáçovas