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domingo, 19 de janeiro de 2020

Casa Museu Quinta da Esperança ( Cuba )



















Casa Museu Quinta da Esperança ( Cuba do Alentejo )
https://www.quintadaesperanca.pt/
A Quinta da Esperança situa-se em Cuba, Distrito de Beja,
É uma casa senhorial datada do final do Século XVI. Há registos de sua existência já em meados de 1595. Com quatro pisos e mais de 200 divisões, foi erguida pela família Sebolinhos de Barahona, influente família da região que transformou toda a área a seu redor num dos maiores campos de cultivo de trigo de Portugal, criando o Morgado da Esperança a partir de 1750. O imóvel, por ser uma habitação da nobreza, teve o privilégio de hospedar três elementos da Família Real Portuguesa: a Rainha D. Maria II, o Rei D. Pedro V e o Rei D. Luís, aquando das suas deslocações à cidade de Beja, além também de ter recebido em suas dependências outras realezas de outras terras. Em exposição no momento, 25 salas, incluindo a belíssima Capela entre outras curiosidades do edifício.
Horário de Funcionamento
- Aberto ao público de quarta a domingo das 10 às 13 e das 14 às 18 horas.
- Encerra às segundas e terças-feiras.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Vila Alva











Vila Alva, alva de Cal. 
O seu casco urbano ocupa três pequenos cerros, um no centro, com a pequena Praça ajardinada, de onde parte o casario que cresceu obediente à orografia do terreno, e duas elevações em extremos opostos, onde a Igreja de Santo António e a de S. João dominam e protegem simbolicamente a povoação, como atalaias vigilantes.
A Povoação de Vila Alva conserva a sua essência de aglomerado rústico, patente nas sua ruas longas e tortuosas, junto ao Largo da Fonte de S. João. Na grande Praça da Povoação, a maioria das casas adquire uma traça mais urbana e poucas são, também, as que demonstram uma matriz mais antiga. 
É nesta zona que se ergue o imóvel da Junta de Freguesia [no último quartel do Século XX] e no centro do espaço ajardinado, abaixo da Igreja Matriz, subsiste a antiga escola primária, um interessante edifício de finais de oitocentos, hoje ocupado pelo Centro Cultural e Desportivo, o Clube, como lhe chamam os utilizadores de todas as gerações.
Venha e envolva-se no encanto e ruralidade deste Povoado típico alentejano naquela que é considerada, por muitos, a aldeia mais branca de Portugal e delicie-se em cada recanto duma Adega! Este é o nosso convite.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Azulejos da Quinta da Esperança ( Cuba )








A Quinta da Esperança situa-se em Cuba, Distrito de Beja, Baixo Alentejo, Portugal.
É uma casa senhorial datada do final do Século XVI. Há registos de sua existência já em meados de 1595.
Com quatro pisos e mais de 200 divisões, foi erguida pela família Sebolinhos de Barahona, influente família da região que transformou toda a área a seu redor num dos maiores campos de cultivo de trigo do Alentejo, e, por que não dizer, de Portugal, criando o Morgado da Esperança a partir de 1750.
Após vários casamentos com outras famílias portuguesas e até oriundas de outros pontos do globo, o título de 1º Conde da Esperança é criado por decreto de 22 de Setembro de 1878 do Rei D. Luís I de Portugal, iniciando-se assim um condado de cinco gerações de Condes e Viscondes existente até os dias de hoje.
O imóvel, por ser uma habitação da nobreza, teve o privilégio de hospedar três elementos da Família Real Portuguesa: a Rainha D. Maria II, o Rei D. Pedro V e o Rei D. Luís, aquando das suas deslocações à cidade de Beja, além também de ter recebido em suas dependências outras realezas, como o Rei D. Humberto de Itália.
Adquirida em 2015 por um casal de portugueses, a casa actualmente encontra-se em fase de recuperação. Baseados em fotos, documentos e testemunhos, todas as salas e os jardins em redor estão a ser requalificados para que fiquem o mais próximo possível da imagem que teriam na sua época áurea: os finais do século XIX. No momento, 25 salas já podem ser visitadas.
A casa abriga dezenas de painéis de azulejos, salas com pintura mural a fresco, uma capela interna com talha Joanina e pinturas a óleo, uma nora funcional para tirar água do subsolo, aquedutos, entre outras curiosidades históricas. Um local que vale a pena visitar de forma a sentir o que era uma casa senhorial no Baixo Alentejo em meados de 1900.

domingo, 18 de agosto de 2019

Casa-Museu Quinta da Esperança ( Cuba )















A Quinta da Esperança situa-se em Cuba, Distrito de Beja, Baixo Alentejo, Portugal. É uma casa senhorial datada do final do Século XVI. Há registos de sua existência já em meados de 1595.
Com quatro pisos e mais de 200 divisões, foi erguida pela família Sebolinhos de Barahona, influente família da região que transformou toda a área a seu redor num dos maiores campos de cultivo de trigo do Alentejo, e, por que não dizer, de Portugal, criando o Morgado da Esperança a partir de 1750.
Após vários casamentos com outras famílias portuguesas e até oriundas de outros pontos do globo, o título de 1º Conde da Esperança é criado por decreto de 22 de Setembro de 1878 do Rei D. Luís I de Portugal, iniciando-se assim um condado de cinco gerações de Condes e Viscondes existente até os dias de hoje.
O imóvel, por ser uma habitação da nobreza, teve o privilégio de hospedar três elementos da Família Real Portuguesa: a Rainha D. Maria II, o Rei D. Pedro V e o Rei D. Luís, aquando das suas deslocações à cidade de Beja, além também de ter recebido em suas dependências outras realezas, como o Rei D. Humberto de Itália.
Adquirida em 2015 por um casal de portugueses, a casa actualmente encontra-se em fase de recuperação. Baseados em fotos, documentos e testemunhos, todas as salas e os jardins em redor estão a ser requalificados para que fiquem o mais próximo possível da imagem que teriam na sua época áurea: os finais do século XIX. No momento, 25 salas já podem ser visitadas.
A casa abriga dezenas de painéis de azulejos, salas com pintura mural a fresco, uma capela interna com talha Joanina e pinturas a óleo, uma nora funcional para tirar água do subsolo, aquedutos, entre outras curiosidades históricas. Um local que vale a pena visitar de forma a sentir o que era uma casa senhorial no Baixo Alentejo em meados de 1900.