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quarta-feira, 20 de maio de 2020

Quarentenas...






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Lamentamos, caros amigos e compadres, mas nem pensem que vão continuar a poder fazer o mesmo num futuro próximo...
Mas, pensando bem, quem vai ter saudades disto?

Sejam responsáveis, não fiquem em casa mas mantenham a distância social...
( fotos copiadas da internet, nenhuma foi tirada no Alentejo ) 

sábado, 16 de maio de 2020

O futuro das nossas caminhadas...







Recordar é viver...
Possivelmente, tão depressa não voltaremos a caminhar em grupos grandes, devido á imposição de um distanciamento social que todos, conscientemente, somos obrigados a cumprir para o nosso bem e de toda a comunidade...
Estas imagens são do passado recente, das inúmeras caminhadas organizadas pelo Grupo Pedestrianista Alcáçovas Outdoor desde 2011.
No caso do Grupo Pedestrianista Alcáçovas Outdoor, assim que nos for possível, voltaremos a organizar caminhadas e passeios pedestres matinais, para pequenos grupos de caminheiros, no máximo até 10 pessoas, guardando as devidas distâncias de segurança entre participantes e sem partilha de alimentos. ( caso haja picnic no campo, cada um comerá apenas o que trouxer de casa, não incitaremos a habitual partilha ).
Assim, se todos cumprirmos estas regras básicas, evitaremos um possível contágio...
Mas, por enquanto, mantenham-se em casa...

terça-feira, 5 de maio de 2020

Recordar é viver...





Recordar é viver...
Possivelmente, tão depressa não voltaremos a caminhar em grupos grandes, devido á imposição de um distanciamento social que todos, conscientemente, somos obrigados a cumprir para o nosso bem e de toda a comunidade...
Estas imagens são da autoria do nosso compadre Fernando Quaresma, numa das inúmeras caminhadas organizadas por um dos vários grupos pedestrianistas locais alentejanos.
No caso do Grupo Pedestrianista Alcáçovas Outdoor, assim que nos for possível, voltaremos a organizar caminhadas e passeios pedestres matinais, para pequenos grupos de caminheiros, no máximo 15-20 pessoas, guardando as devidas distâncias de segurança entre participantes e sem partilha de alimentos. ( caso haja picnic no campo, cada um comerá apenas o que trouxer de casa, não incitaremos a habitual partilha ).
Assim, se todos cumprirmos estas regras básicas, evitaremos um possível contágio...
Mas, por enquanto, mantenham-se em casa...

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Os novos escravos do Alentejo







Não foi apenas a paisagem agrícola que mudou com o incremento da plantação intensiva de olivais no Alqueva, foi também a humana. Hoje, qualquer aldeia da região, por mais ínfima que seja, está transformada numa verdadeira Babel. 
Nos últimos 70 anos, o distrito de Beja, onde se situa o grosso da área regada pela grande barragem, perdeu sensivelmente metade da sua população, numa curva demográfica negativa que parece estar a estancar devido ao fluxo de trabalhadores estrangeiros indiferenciados que hoje acorre aos campos do Sul. 
Onde a criminalidade associada ao tráfico de seres humanos disparou na devida proporção do recente fenómeno migratório.
Fotos e Texto copiados do Site: https://www.sabado.pt/

segunda-feira, 20 de abril de 2020

Quarentena em Alcáçovas...








A quarentena em Alcáçovas mantém-se, não se encontra ninguém nas ruas da vila.
A população compreendeu e acatou rapidamente as razões desta pausa nas suas vidas...
Raras e compreensíveis excepções nas proximidades de alguns pontos prioritários:
Farmácia, Mini-mercados, Drogarias, Padarias, Mercearias, Restaurantes Take-Way, Correio, Banco, Multibanco, etc...
Todos estão a cumprir as normas de segurança elementares e aconselhadas neste período de emergência.
Um grande obrigado a todos os empresários locais, a todos os seus colaboradores, ao pessoal da Junta de Freguesia e da Câmara Municipal, que mantiveram os serviços prioritários a funcionar e nunca deixaram faltar produtos básicos á população, assim como a recolha do lixo, higienização das ruas e serviço de correios.

segunda-feira, 6 de abril de 2020

A vida continua !...

















Estamos em quarentena, mas a vida continua neste pequeno jardim...
Aproveitou-se o tempo livre para limpar os vasos da infestação de ervas daninhas.
E a Salsa, os Coentros, a Hortelã, os Poejo, os Oregãos, as Alfaces e os Jindungos agradeceram  o esforço e determinação empregues na tarefa.
"Se queres mudar o Mundo, começa pelo teu quintal..."

Texto e fotos: Atelier Pára e Pensa ( Alcáçovas )

segunda-feira, 23 de março de 2020

Birdwatching em casa... #AvesDesdeCasa





Melro-preto, pardal-comum, rabirruivo-preto e andorinhas são algumas das aves que podemos ver da nossa janela, varanda ou jardim. Os amantes de aves estão a organizar-se em maratonas de birdwatching, sem sair de casa.

As aves selvagens fazem parte do nosso dia-a-dia, quer tenhamos consciência disso quer não. Agora, com milhares de pessoas em casa, essas aves podem ser um consolo que ajuda a passar estes tempos difíceis.
Um pouco pelas redes sociais, os amantes de aves e da natureza organizam grupos e iniciativas de observação e partilha das espécies que observam a partir das suas janelas, varandas, terraços ou logradouros e quintais.
Uma das iniciativas, com a hashtag #AvesDesdeCasa, surgiu em Espanha a 14 de Março na rede social Twitter por iniciativa da organização Aver Aves e é apoiada pela Sociedade Espanhola de Ornitologia (SEO/Birdlife).
Até este momento, dia 20 de Março, já tinham sido observadas 128 espécies diferentes.
São mais de 150 pessoas a partir de mais de 40 localidades de toda a Espanha e de outros países, incluindo Portugal, “com os seus binóculos, telescópios e guias de identificação, observando aves a partir de janelas e varandas”, segundo uma nota do Aver Aves.
Segundo Javier Rico, responsável pelo Aver Aves e jornalista de Ambiente, esta “é uma forma de procurar o lado positivo da obrigação de ficarmos em casa para colaborar e travar a propagação do coronavírus. 
São momentos muito duros, que serão superados, e é preciso tentar passá-los da melhor maneira possível.”E as aves podem ajudar. “Elas deixam-se ver e ouvir, com os seus voos ou pousadas, procurando alimento, com os seus cantos e chamamentos e até com as suas estratégias de caça.”
Entre as aves que Javier Rico já observou estão a cegonha-branca, o rabirruivo-preto, o estorninho, o piriquito-de-colar, o pardal-comum e o melro-preto. “Aquela que mais alegria nos deu ver é o casal de andorinhas-das-chaminés que, depois de milhares de quilómetros de viagem, voltou a nidificar na garagem do edifício onde habitamos”, em Madrid.
A iniciativa já passou fronteiras e há pessoas a fazer o mesmo em Portugal, Inglaterra, Estados Unidos, Alemanha ou Colômbia e Panamá.
Fotos: António José Barrero Jara.
Texto copiado do site: https://www.wilder.pt/