quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Noite de Fados Solidária (Alcáçovas)


Noite de Fados Solidária, no Auditório Paço dos Henriques, em Alcáçovas,  dia 02MAR, ás 21H00.

Este é um evento organizado pela Associação dos Amigos das Alcáçovas e tem o apoio da Câmara Municipal de Viana do Alentejo e do Projeto Pagus.
Com a venda dos bilhetes, vamos ajudar a nossa amiga Andreia Chora a acabar de pagar a sua cadeira de rodas...
Vão actuar os fadistas João Rosado, Valdemar Mochila, João Pereira, Martinha, Joaquim Valverde e Inês Villa Lobos, acompanhados á Guitarra por José de Sousa e á Viola por José Geadas.
Bilhetes: 12,50 Fados
Marcações: 964196107 ou 967134783
Parceiros: LoboSolar, Crédito Agrícola, Casa Maria Vitória, Chocalhos Pardalinho, S.J.Car, Casa Santos Murteira, A Padaria do Ernesto, Churrasqueira Escadinhas, Luis Santos (Material Hospitalar), Farmácia da Misericórdia (Alcáçovas).

Amigos e familiares venho por este meio informar que no dia 2 de Março ás 21horas vai se realizar uma Noite de Fados para angariação de fundos para acabar de pagar a minha cadeira de rodas electrica.
Gostaria de contar com a vossa presença...

                                                             -Andreia Chora-

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Fortes Novas ( Ferreira do Alentejo)


Portugal, Alentejo: cerca de quarenta velhos foram condenados a viver enclausurados, nas suas casas, de janelas fechadas, 24 horas por dia; condenados a respirar o negro; condenados a uma alimentação parca e pobre. Problemas respiratórios, tosse, lacrimejar de olhos, ardor na garganta chegaram em tons de dor. Sem ar, sem água e sem alimento, rezam pedindo a morte e que esta  não se demore.  Falo em quarenta mas minto. Não são quarenta: são mais. Quarenta velhos e um menino (de doze anos) são os mais violentados num dever que devia ser sagrado: o direito à vida.
Chamo-lhe: velhos. Os idosos são cuidados com afeto e esmero. Os velhos agoniam ansiando a morte. Aos idosos, a sociedade proporciona o bem; aos velhos, a mesma sociedade, retira-lhes o ar, a água e o sustento: mata-os em vida (devagarinho e com dor).
Poluição em Fortes
     Vou fazer o contraproducente: escrever muito sobre um tema. Dizem que, por terras dainternet, se é muito: ninguém lê. Vamos testar a Vossa capacidade de concentração. Sugiro: aquiete-se na leitura e mexa-se na indignação.

     Após escrever sobre os graves crimes ambientais e contra o património (consequência dos olivais superintensivos no Alentejo), recebi milhares de mensagens e pedidos de escritos. Um despertou-me o agastamento e decidi investigar.
“ Os letrados chamam-lhe desenvolvimento; eu rezo para que a morte chegue e em breve”- o relato vem de Fortes Novas; Figueira de Cavaleiros; Alentejo.
 Couve de Fortes

     Outrora pacata, num Alentejo profundo, brindou  a um Alqueva que lhe prometia água- ignorando a morte lenta, escrita em cada gota do grande lago que lhe garantia, um dia, matar a sede. As hortas, as cabras… permitiam a sobrevivência, garantiam o sustento e fizeram jus ao sonho de educar os filhos. Gente que vivia das parcas reformas portuguesas e que necessitava da terra para matar a fome. Chegou o olival e o desenvolvimento, de forma moderada, aconchegado  sonhos de emprego e de futuros risonhos; trouxe o lagar, o maior do mundo; trouxe a esperança. Dias curtos de quem só sonhou. Tudo se foi tornando maior, e maior, e maior… ocupando todos os espaços, gritando em nome da economia e do desenvolvimento. Os sonhos não sorriram e os empregos não se conhecem por ali. Mas veio a fábrica; veio a fábrica transportando o negrume,  a dor e a morte (dizem eles e parece que têm razão). 
Vinha seca
     Com a poluição, as hortas morreram e com elas o alimento de uma população pobre; o ar deixou de ser respirável e a água passou a ser negra. 
Vinha seca
     O negro invade-os ainda em vida.
Poluição atmosférica

     Começaram a queixar o seu tormento mas gente velha não é ouvida.  Queixam-se, choram e esperneiam- esperneiam dentro de casa (na rua, o ar é irrespirável e o fumo negro nauseabundo não permite ver qualquer horizonte).
Água poluída

     Referem uma unidade fabril de extração de óleo de bagaço de azeitona (proveniente dos olivais superintensivos) como causa dos seus males. Labora dia e noite, entre nove a doze meses por ano; e, cerca de, cinco chaminés, de forma intensiva, lançam na atmosfera não se sabe bem o quê; sabe-se que num raio de dez quilómetros, a vida não é um bem que se preze; sabe-se que, a viver num raio de 400 metros, esta gente é enterrada em vida.
Poluição no interior de uma casa- Fortes

      Petrifiquei perante a sua dor. Fui ouvindo; fui lendo.
“ trinta vacas morrem envenenadas após beber água”…” brutal fuga de água contaminada por uma ribeira abaixo”

“… as casas e as viaturas ficam cobertas por um resíduo oleoso e cinzas e não se pode estender roupa” – fica suja e a cheirar mal.

“os filtros não são substituídos porque a sua substituição impede o rendimento máximo da fabrica - só se vier a inspeção…”

“ devido aos olivais, no solo, a poluição acumulada é tanta que se chover o Sado morre e chega ao mar”
Poluição dos solos

     Ouvi e vi fotografias que comprovam as águas negras, as roupas sujas, o negrume que se cola a tudo- mesmo no interior das casas. Vi que não se via  devido à densidade do ar.
     E li, li tudo o que encontrei de artigos, jornais, emails, respostas…
     Li que a poluição abarca muito mais que o raio de 10km. Em Santiago do Cacém, numa albufeira em Monte Novo dos Modernos, a autarquia retirou 700kg de peixes mortos. Chamada a GNR:

“Os militares, ao deslocarem-se à albufeira, verificaram que a água se encontrava completamente “negra” e com cheiro a “bagaço de azeitona”…”

“ Após efetuadas diligências de investigação, a GNR apurou  que os motivos da contaminação da albufeira foram motivados por “descargas provocadas por uma empresa que se dedica à compra e venda de biomassa, atividade para a produção de azeite e fabrico de pellets de bagaço de azeitona a partir de bagaço seco”

 “ fonte da GNR afirma que a empresa está referenciada… no domínio da poluição hídrica, de solos e de atmosfera”

     A GNR:
“detetou… durante uma acção de fiscalização… e da acção resultou a elaboração de cinco autos de contra-ordenação por existência de lagoa sem proteção, abandono e injeção de resíduos no solo, falta de auto-controlo de emissões para a atmosfera, acções  de condução ao perecimento e evidente depreciação de azinheiras e sobreiros e operação de gestão de óleos usados em violação das normas estabelecidas”
(…)
Carro com óleo

    
     Relativamente à empresa em questão- li que, através de um porta-voz ,foi garantido: “o que sai das chaminés da fábrica, “mais bem preparada da península Ibérica, é apenas vapor de água”. E acrescenta: “As consequências para a qualidade  de vida das pessoas são “o outro lado da moeda” sublinhando que “é impossível haver actividade económica sem impactes ambientais negativos”

     Ops! Senhores, se é vapor de água, qual é o impacto ambiental negativo que referem? Contaminam as águas, os solos?

     Se reconhecem consequências na qualidade de vida das pessoas, posso perguntar:  o que estão a contaminar?
     Ajudaram a matar a sede e a fome a esta gente? Pagam tetos nas casas com telhado constituído apenas por telha? Fornecem alimento à população? O que fizeram? Qual é a Vossa contribuição para minimizar este enterro vivo?
      Já ajudaram as pessoas a saber de onde provêm os cheiros nauseabundos; a cobertura oleosa que se pega a tudo, os fumos que carregados de partículas impedem a visão? Ajudaram a saber o que é o “preto” que invade a aldeia? 
     Apraz-me dizer: E os velhos nunca mais morrem para ficarem calados de vez! Quem diria que mesmo fechados em casa, sem ar, sem comida e sem água, resistiam tanto.


Poluição dos solos

    Ouvi o programa do Hernani de Carvalho sobre o tema em questão.

     Senhor Presidente da Câmara de Ferreira do Alentejo, permita-me partilhar a minha modesta opinião: não gostei de o ouvir. Eu sei que a população o defende e reconhece que está do lado deles; eu é que não fiquei convencida. Vão tentar encontrar soluções? Quando os velhos morrerem? E até lá, eles respiram, bebem e comem o quê? São velhos: morrem já morridos da vida que não vivem. Da forma como falou, senti que de um lado estava o dinheiro e do outro estavam os votos. O “não  é da competência da autarquia” precisava ser melhor  definido. Precisava que, nas mesmas condições que os habitantes, o senhor e os que nada decidem vivessem lá uma semanita. Sabe que, segundo o que li, a fábrica que labora aí foi transferida de Vila Velha de Ródão. O Ministério do Ambiente considerou-a quase uma luz divina sem qualquer poluição. O Presidente da autarquia juntou-se à população e,  da sua ação, resultou o fecho da fábrica pelo tribunal, por: incumprimento, por parte da empresa, dos valores limite de emissão aplicáveis aos poluentes, partículas, monóxido de carbono e compostos orgânicos”. A situação foi considerada de extrema gravidade pelo tribunal. Este senhor deixou obra: permitiu a vida na região. E não era da sua competência.

     Pelo Alentejo, assiste-se a um surto de presidentes de autarquias e câmaras que querem deixar obra: o que se traduz em rotundas repletas de obras de arte. Não tenho nada contra a arte, antes pelo contrário,  apenas acho injusto  trocar o ar, a água, a vida, o património pela sua existência. Não sei se é obra sua: não pude deixar de reparar que recentemente foram colocadas duas em Figueira de Cavaleiros.
Figueira de Cavaleiros

     Uma das quais tem semelhanças com o povo de Fortes: ambos não têm. O povo de Fortes não tem água, não tem ar, não tem comida; a rotunda não tem estradas. Não tem; olhei, olhei, fui lá e não tinha: não havia estrada.  Está ali, numa imponência desmedida, no meio de nenhures.
Olivais superintensivos



    Senhor Presidente, não ligue à minha Ironia mas não fale, aparentemente feliz, em Desenvolvimento do Alentejo, numa alusão aos olivais superintensivos e azeites daí provenientes. O que o senhor chama de desenvolvimento, eu chamo de destruição e o Povo de Fortes fala em exterminação (morte). Não tem conhecimento que tudo foi arrasado pelo Alentejo: património histórico; património ambiental (fauna, flora); recursos Hídricos; ar….? E agora arrasa com a vida humana. O senhor ocupa uma posição, um cargo, eleito pelo povo, que lhe permite fazer mais e melhor. E o povo é poucochinho a pedir: quer água, ar e comida. Percebeu que a sua região beneficiou com duas rotundas (uma sem estradas) e ficou sem tudo o resto que é essencial à vida;?Nem empregos (os trabalhadores não são dessa zona). Vai dizer-me, também, que os habitantes que representa não querem trabalhar? Tenho a certeza que consegue fazer mais e melhor. Urgente… urgente era garantir, no imediato: direito a respirar; direito a comer; direito a beber e direito a sair de casa. Depois vinham as soluções: “os sopradores” (como referiu o Hernani). Eu não dormiria se os que me elegeram, e acharam digno para o cargo, estivessem enterrados em vida. A população precisa de 1000 euros para fazer análises independentes e fidedignas; a sua autarquia vai colaborar de forma monetária?Quando? (Pode  vender uma rotunda- a que não tem estradas).
Olivais superintensivos

     Ouvi, também, não a voz,  a mensagem do senhor administrador da empresa em questão: Nuno Branco. De Inglaterra, manifestou a voz da empresa... De Inglaterra? O senhor vive em Inglaterra? Não trabalha em Fortes? Como é que chega a horas ao trabalho? Burrice a minha: trabalha nos computadores? Mas conhece Fortes, certo? Ah? Já viveu com estas pessoas para constatar a sua realidade? Não? Ups. Em modos do Alentejo: lança pescadas mas não percebe nada daquilo. Tem um cargo e é gente importante. Que se lixem os velhos.
Laranjas podres

      Para chegar aí, à Inglaterra, e trabalhar nos computs teve que estudar muito, certo? Se lhe explicarem o senhor percebe as coisas, correto? Ok.  Descobri que não lhe contam tudo; o senhor não vai lá e eles, provavelmente, mentem-lhe. Reparou que quando a Jornalista reproduziu a sua mensagem em duas ocasiões (“a fábrica labora 4 a 5 meses por ano” e “o vento sopra naquela direção quatro a cinco vezes no ano”) se ouve imenso barulho de fundo. São os velhos, senhor. São os velhos a manifestar a sua dor. A fábrica labora o dobro do tempo e o vento não gosta deles, leva tudo para lá. Sopra de tal forma e tantas vezes que já aconteceu que o rapazito de doze anos que vive a 100 metros da fábrica, não pôde sair de casa nas férias escolares.E isso é o de somenos. Tem filhos, senhor? Os seus têm ar? E comida e água? Aposto que sim. Férias? Bahamas, Dubai ou outro sorridente E tem pais? São velhos ou idosos?


Horta seca devido à poluição
     Explico-lhe mais. Não se fie nas análises efetuadas e que garantem o quão bom é o vapor de água que sai das chaminés: há testemunhos que foram efetuadas no dia do ano em que estes habitantes podem lavar a roupa (num dia bom), a 1 quilómetro de distância e no lado contrário ao vento. Esta gente vive a 400 metros. Seria difícil aquilo dar alguma coisa. 
Roupa estendida em Fortes

     Se quer mesmo saber, senhor: deixe a Inglaterra; largue os computs e chegue de forma pontual, presencialmente, ao seu local de trabalho. Mude-se para uma daquelas casinhas, com ou sem teto, leve a família e viva com as mesmas economias que o velhos do local. E não leve só a famelga, leve os donos, os acionistas…. Troquem de lugar com o povo numa semanita mesmo que de vento de dia bom. 
Casa de telha


     Por fim, lamento a decisão da IAPMEI de não efetuar nova vistoria: as análises estavam boas e a empresa mandou fotos de um funcionamento com zelo. As que os velhos tiram devem ter ido parar ao lixo.  Discriminação? Não falamos de idosos; falamos de velhos. Irra que nunca mais morrem! 
     Ainda me estão a ler? Pensam que já terminei? Não. Há uma questão que me assola. Temos o maior lagar do mundo; o melhor azeite, premiado não sei onde. 
Pêssegos de Fortes

Horta de Fortes
     Falta a explicação dos “Azeites de Portugal” : as hortas morrem  e o que lá se produz é incomestível; o que fazem ao diabo das azeitonas que, produzidas mesmo ao lado, as dizem tão boas, tão boas? A couves vão para o lixo e as azeitonas reluzem saúde e bem estar? Será que é mesmo bom o azeite?


Serão só quarenta velhos condenados à morte ou serão os primeiros de nós?
Partilhar, este texto, significa fazer eco da sua e da nossa voz.
Sem sorrisos
Guida Brito

Texto copiado integralmente do blogue da nossa comadre Guida Brito, 
https://navegantes-de-ideias.blogspot.pt/

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Caminhada nos Vales do Sado e do Xarrama ( 17FEV)


Foto: Anabela Fialho

















Em 17FEV, acompanhados por guias locais do Projeto Alcáçovas Outdoor Trails, cerca de 40 pedestrianistas percorreram 24 kms de caminhos rurais na área da Barragem de Vale de Gaio (Torrão)
O Projecto Alcáçovas Outdoor Trails agradece a vossa participação hoje em mais uma caminhada. Evento patrocinado pela Câmara Municipal de Viana do Alentejo, esta Rota dos Negros, teve passagem pelas margens do Xarrama, Sado e arrozais, barragem Vale de Gaio e visita à pitoresca aldeia de Rio de Moinhos.
Forte abraço e até breve.
Próxima caminhada em Viana do Alentejo. Estejam atentos a este blogue... 

Para participar nestas caminhadas gratuitas de divulgação, basta aparecer com vontade de caminhar e boa disposição !...

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Feira do Queijo de Serpa


Feira do Queijo do Alentejo 2018
A Feira do Queijo do Alentejo 2018 irá realizar-se de 23 a 25 de fevereiro, no Parque de Feiras e Exposições de Serpa.
 
 
XVII FEIRA DO QUEIJO DO ALENTEJO
 
Dia 23 de fevereiro, sexta-feira
11h00 – Sessão de Abertura e atuação dos alunos do Programa Cante nas Escolas, seguida de visita à Feira – Entrada Principal
11h30 – 3º Concurso de ovinos de raça Île de France – Espaço Animal
11h30 – Ateliê infantil do queijo – (org. EPDRS) – stand da Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa – Pavilhão Principal
11h30-12h30  Animação Infantil com os palhaços Pipoca e Croquete – vários espaços da Feira
11h30-12h30 – Animação circulante: “Da Cruz One Man Band”
12h00 – Beberete de inauguração da Feira – Espaço Multiusos/Pavilhão Principal
14h30 – Demonstração de tosquia (org. ACOS) – Espaço Animal
15h00 – Showcooking com o Chef JoséBengaló – Espaço Multiusos/Pavilhão Principal
15h30-17h00 – Animação circulante: “A Chiclateira
17h00 – Ateliê infantil do queijo (org. EPDRS) - stand da Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa – Pavilhão Principal
17h00 – Demonstração de tosquia (org. ACOS) – Espaço Animal
17h00-19h00 – Animação infantil com o palhaço Pipoca e a boneca Piriri – vários espaços da Feira
19h00-20h00 – Encontro de Corais Alentejanos e desfile - Pavilhão Principal e Espaço Tasquinhas
20h00-20h30 – Dance Power Performance de hip-hop - Projeto Korpussão – Espaço Tasquinhas
20h00 – Showcooking com o Chef José Bengaló - Espaço Multiusos/Pavilhão Principal
20h00-21h30 – Animação Infantil com os palhaços Croquete e Esparguete – vários espaços da Feira
20h00-22h00 – Animação circulante: “Da Cruz One Man Band” e “A Chiclateira
22h00-24h00 – Espetáculo Fiesta Lusa (cover todos os géneros musicais) - Espaço Tasquinhas
24h00 – Remember Night com “D´Conserva” (DJ Mete Discos e DJ Funkyou) – Espaço Tasquinhas
 
Em simultâneo: Na Escola Superior Agrária/ Instituto Politécnico de Beja - 16h30 - 4º Concurso “O Melhor Queijo da Feira do Queijo” (categoria Serpa DOP)
 
Dia 24 de fevereiro, sábado
9h00-13h00 – Rafting no Guadiana (Moinhos Velhos – Ponte de Serpa) e Manobras de Corda na Ponte– consultar programa específico.
9h30-13h00 – 4º Concurso “O Melhor Queijo da Feira do Queijo” (todas as categorias, à exceção de Serpa DOP) – Centro de Apoio ao Desenvolvimento Económico de Serpa
10h00 – “Ovinos na cidade” – rebanho pelas ruas de Serpa
11h00 – Desmonstração de tosquia (org. ACOS) – Espaço Animal
11h30-13h00 Animação infantil com os palhaços Croquete e Esparguete – vários espaços da Feira
12h00 – Ateliê Infantil do Queijo (org. EPDRS) – Stand da Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa
12h00-14h00 – Animação circulante: “Da Cruz One Man Band” “A Chiclateira”
14h00 – Showcooking com o Chef Bengaló – Espaço Multiusos/Pavilhão Principal
14h30 – Desmonstração de tosquia (org. ACOS) – Espaço Animal
15h00-15h30 – Animação circulante: “Chocalheiros de Ficalho”
16h00-18h00 –  Encontro de Corais Alentejanos  Pavilhão Principal e Espaço Tasquinhas
16h00-18h30 – Animação infantil com o Palhaço Pipoca e a boneca Piriri – vários espaços da Feira
16h30 – Ateliê infantil do Queijo (org. EPDRS) – Stand da Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa
17h30-18h30 – Animação musical: Vítor Ventura e Inês Limpo – Espaço Tasquinhas
17h30-18h00 – Dance Power Peformance de hip-hop – Projeto Korpussão – Espaço Multiusos/ Pavilhão principal
19h00-20h00 – Concerto Banda da Sociedade Filarmónica de Serpa – Espaço Tasquinhas
18h30 – Showcooking com o Chef José Bengaló - Espaço Multiusos/Pavilhão Principal
19h30-21h30 – Animação infantil com os palhaços Pipoca e Croquete vários espaços da Feira
20h30-22h00 – Animação circulante: “Da Cruz One Man Band” e “A Chiclateira
22h00-24h00 – Espetáculo “Oitentamente” – Espaço Tasquinhas
24h00 – Saturday night DJ G-LUFT – Espaço Tasquinhas
 
Dia 25 de fevereiro, domingo
9h00 – VI Rota do Queijo – Passeio BTT (org. Sociedade Luso União Serpense e município de Serpa) – Pavilhão Carlos Pinhão - consultar programa específico. Inscrições em www.apedalar.com
11h30  13h00 - Animação infantil com o palhaço Pipoca e a boneca Piriri – vários espaços da Feira
11h30 –13h00 Workshop sobre Cães de Pastoreio (org. Nuno Lobinho, membro da APUCAP) – recinto exterior da Feira – inscrições limitadas até 8 cães através do tlm.: 96 54 50 333)
12h00 – Demonstração de Tosquia (org. ACOS) – Espaço Animal
12h00 – Provas de vinho (org. EPDRS) – Espaço Multiusos/Pavilhão Principal
12h00 – 14h30 – Animação circulante: “Os Caprichosos”
14h00  Demonstração de Tosquia (org. ACOS) – Espaço Animal
15h00 – 4º Concurso “Melhor Queijo da Feira do Queijo” –divulgação dos resultados e entrega de prémios, com apresentação dos critérios de avaliação e resultados gerais – Espaço Multiusos/Pavilhão Principal
15h00-15h30 – Laboratório de Sevilhanas e Flamenco Musibéria e Las Gitanillas de Beja – Espaço Tasquinhas
15h00-17h30 - Animação infantil com os palhaços Croquete e Esparguete – vários espaços da Feira
15h30 – Ateliê Infantil do Queijo (org. EPDRS) – Stand da Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Serpa
15h30-16h00 – Animação circulante: “Os Caprichosos”
16h00-18h00 – Encontro de Corais Alentejanos e desfile  Pavilhão Principal e Espaço Tasquinhas
18h00 – Showcooking com o Chef Bengaló e Chef Vítor Sobral – Espaço Multiusos/Pavilhão Principal
18h00-20h30 – Animação circulante: “Os Caprichosos”
18h30-20h00 – Atividades de animação infantil com os palhaços Pipoca e Croquete – vários espaços da Feira
20h00-21h30 – Espetáculo: Os Alentejanos – Espaço Tasquinhas
24h00 – Encerramento da Feira
 
DURANTE TODOS OS DIAS DECORRE:
Dinamização de momentos teatrais e de divulgação dos eventos da Feira pela Companhia de Teatro BAAL 17
Artesanato ao vivo no Pavilhão do Artesanato

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Encontro ÉvoraSketchers ( 25FEV-Vila Viçosa )


Caros amigos,
O nosso Encontro de Fevereiro vai ser realizado em Vila Viçosa no dia 25 (domingo). É uma parceria com nossos companheiros de Elvas (USk Raia).
Programa:
10:00 Museu de Arqueologia e Museu da Caça (dentro do castelo)
12:30 Partilha de desenhos
13:00 Almoço
15:00 Igreja de São Bartolomeu
17:00 Partilha de desenhos e Foto de grupo
17:30 Inauguração da Exposição no CECHAP

Sobre o Simpósio Internacional de Urban Sketching, a realizar este ano em Portugal na cidade do Porto, de 18 a 21 de Julho, informamos:
- A data de abertura das inscrições tem inicio hoje, dia 17 de Fevereiro às 15 horas.
Mais informações: http://www.urbansketchers.org/p/usk-porto-2018.html
- Está a decorrer a candidatura para correspondente internacional.
Serão três correspondentes e um deles deverá ser português.
Mais informações: http://www.urbansketchers.org/2018/02/porto-symposium-2018-call-for.html
- A Associação Urban Sketchers Portugal em parceria com Urban Sketchers (Internacional) vão atribuir bolsas de participação.
Mais informações: http://urbansketchers-portugal.blogspot.pt/2018/02/bolsas-para-workshop-pass-simposio.html

Até breve,

Évora Sketchers

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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Azeite Tradicional





Um dos segredos do Alentejo é o Azeite. 
Graças à água da Barragem do Alqueva o Alentejo é responsável por 75% da produção de Azeite em Portugal. 80% da azeitona cultivada é “Galega” e 60% dos Olivais ainda são tradicionais. 
Estes Olivais tradicionais têm uma densidade de 100 oliveiras por hectare. 
Vão sendo substituídos por Olivais Super Intensivos com uma densidade de 1000 oliveiras por hectare...
Texto da autoria do nosso compadre Luís Lobato de Faria,
 https://www.facebook.com/TripAlentejo/