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sábado, 18 de julho de 2020

Cercal do Alentejo



Cercal do Alentejo...
Origem do nome Cercal; A primeira notícia que aparece sobre o Cercal é de 1274.
O nome que aparece é Serqual ou Cerqual, que deriva do latim quercu = carvalho. Concelhos a que pertenceu o Cercal, através dos tempos:
O Cercal já pertenceu aos concelhos de Sines, Vila Nova (de Milfontes), Odemira e Santiago do Cacém.
O comendador que governou o Cercal foi Estevão da Gama, pai de Vasco da Gama.
Forma de distribuição da população do Cercal no século XVIII: Nos documentos do século XVIII, fala-se numa “aldeia velha”, que ficava à volta da igreja e Rua Aldegalega e uma “aldeia nova”, actualmente Rua Sebastião Sobral Figueira (Rua Velha).
Fotos: Lena Melo.
Texto: cortesia de Maria Lucília de Campos.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Ramal de Sines



Desde os finais do século XIX que as populações, agentes económicos e políticos da região de Sines apostavam no comboio como forma de impulsionar o desenvolvimento da região e o transporte dos seus produtos, em particular a cortiça e o minério das minas do Cercal do Alentejo.
No Plano da Rede Ferroviária aprovado em 1902, o Ramal de Sines surge a partir da Linha do Sado. A construção é autorizada em 1909, mas a alteração de regime político, a agitação social, e as dificuldades económicas que se seguiram, agravadas com o início da I Guerra Mundial, contribuíram para o atraso dos trabalhos que apenas começaram em 1913.
O primeiro troço do ramal é inaugurado em 1927, e finalmente a 14 de Setembro de 1936, fica concluído com a abertura do troço entre Santiago do Cacém e Sines.

domingo, 24 de setembro de 2017

Antigamente...








Como se vivia antigamente
Tópico nº1- Como eram as casas e como eram iluminadas
As casas eram feitas com paredes de barro e pedra (taipa). As paredes eram grossas, o telhado não tinha placa. Alguns tinham as telhas à mostra, outros eram forrados de canas ou de madeira. O chão era de terra batida e quem tinha mais posses mandava cimentar. As paredes eram caiadas ou pintadas com cré. Por dentro muitas não tinham paredes e eram divididas por serapilheiras caiadas. As portas dessas divisões eram tapadas com cortinas de chita. Não havia água canalizada e a maioria das casas não tinham casa-de-banho. As pessoas faziam as necessidades na rua e de noite utilizavam o bacio. As casas do campo tinham grandes lareiras. As casas primeiro eram iluminadas com candeias ou lamparinas de azeite e mais tarde com candeeiros a petróleo e também velas de cera.
Tópico nº2- Quais as principais profissões de homens e mulheres (algumas já nem existem)
A maior parte das pessoas trabalhava no campo, a mondar o trigo e a cevada (mondadeiras) e a ceifar (ceifeiras). Lavravam a terra com a charrua puxada por juntas de bois ou vacas. Os homens e as mulheres que trabalhavam no campo trabalhavam de sol a sol. Havia as lavadeiras que, de joelhos lavavam em cima de pedras, nos barrancos, as roupas das pessoas mais ricas e outras cosiam as roupas (costureiras). Algumas cuidavam dos filhos das pessoas ricas, chegando as que também tinham filhos pequenos a amamentar os filhos das patroas (amas-de-leite). Havia as criadas de servir que trabalhavam nas casas dos lavradores e das pessoas ricas. Outras profissões que desapareceram ou quase não se encontram são: o ardina (que vendia os jornais), a varina, o fotógrafo à lá minute, o moço de fretes, o aguadeiro (a), (pessoa que distribuía água pelas mondadeiras ou ceifeiras, enquanto elas trabalhavam), o moleiro, o ferreiro (que fazia todo o tipo de alfaias e colocava ferraduras nos animais), o abegão (que fazia as carroças), os guardadores de gado, o almocreve (homem que tomava conta de parcelas de terreno de um lavrador), as costureiras e os alfaiates, o sapateiro e o amola tesouras.
Tópico nº3- As roupas: como eram e onde as arranjavam
As roupas eram dos seguintes tecidos: chita, fioco, organdim, riscado, saragoça, sarjado e cotim. As roupas de vestir eram feitas nas costureiras ou nos alfaiates. Havia mais costureiras de roupas de mulher, mas também havia algumas que faziam roupa de homem. Os alfaiates só faziam roupa para homem. As roupas interiores eram feitas em casa. As mulheres usavam vestidos e saias com muita roda e compridos, porque não se podia mostrar os joelhos. Na cabeça usavam um lenço e poucas usavam mangas curtas ou blusas sem mangas. Também não se podia andar sem meias. Os homens usavam jaquetas e coletes. As pessoas compravam os tecidos a metro nas lojas e quem sabia fazia a sua própria roupa, quem não sabia mandava fazer. A maioria das pessoas só tinha duas mudas de roupa, para andar no dia-a-dia e uma para os domingos. Por vezes tinham que ficar deitados à espera que a roupa secasse, porque não tinham mais nenhuma. Também era hábito as roupas passarem de irmão para irmão. Muitas pessoas, principalmente as crianças andavam descalços. As meninas normalmente usavam vestidinhos de chita e os meninos calções de cotim e camisas de riscado.
Tópico nº4- Onde faziam as compras
Faziam as compras nas feiras e mercados, nas tabernas e mercearias onde se vendia de tudo um pouco e em pequenas quantidades. Podia-se comprar tudo a peso, o açúcar, o arroz, a farinha,… A feira mais importante era a de S.Pedro. Nesse dia deixavam de trabalhar e era rara a pessoa que não tinha um vestido novo (mesmo que fosse dado e já usado), para vestir. Era um dia de festa!
Tópico nº5- Como passavam os serões
No Inverno passavam os serões à lareira a contar histórias e adivinhas, a jogar às cartas e a ouvir telefonia (rádio). Os homens por vezes iam à taberna e as mulheres ficavam em casa com os filhos. Os serões eram pequenos porque não podiam gastar muito petróleo com os candeeiros e também porque tinham que se levantar cedo para ir trabalhar.
Tópico nº6- Onde iam quando não trabalhavam
As mulheres, a maior parte das vezes ficavam em casa a fazer malha ou a costurar, ou iam a casa das vizinhas. Quando estava bom tempo as mulheres juntavam-se na rua a conversar e levavam a malha, os bordados ou a costura para fazer. Os homens juntavam-se nas tabernas a cantar, a jogar à malha, ao palito ou às cartas. Também costumavam passear pelos campos.
Tópico nº7- Como se divertiam
Antigamente havia colectividades onde as pessoas se juntavam à noite para ouvir rádio, ler jornais e mais tarde ver televisão. Também jogavam alguns jogos como: Dominó, Damas e Cartas. Em alturas especiais, nessas colectividades realizavam-se bailes onde havia concursos de dança. Também se divertiam indo a feiras e mercados e algumas festas. No Verão iam à praia em carroças puxadas por burros. Iam de manhãzinha, levavam o farnel e voltavam quase à noite.
Também durante o trabalho cantavam e à hora do almoço dançavam ao som de realejo. As crianças também tinham várias brincadeiras. Os rapazes jogavam ao pião, ao berlinde e à malha. As meninas mais pequenas brincavam com bonecas de trapo, com cabelos feitos de barbas de milho e palha. Os meninos mais pequenos brincavam com carrinhos feitos de madeira, de cortiça e arame. Depois havia outros jogos que davam para rapazes e raparigas: jogo do saco, do jangro, do carolino e da calha.
Tópico nº8- Como se deslocavam em pequenas ou grandes distâncias
Em pequenas distâncias deslocavam-se a pé. Em maiores distâncias deslocavam-se de carroça puxadas por mulas, cavalos ou bois, ou iam de burro. Só para distâncias muito grandes é que iam na camioneta da carreira (autocarro). Alguns tinham bicicletas a pedal. Muitas pessoas morriam sem ter ido a Lisboa e até mesmo a Santiago do Cacém.
Tópico nº9- Como se sabiam as notícias do que se passava no país e no mundo
As notícias sabiam-se através da telefonia e dos jornais e passavam de boca em boca, já que poucas pessoas tinham rádio e poucos sabiam ler.
Outras curiosidades:
Antigamente as mulheres tinham os filhos em casa. Os partos eram feitos por senhoras a que chamavam “curiosas” ajudadas pelas mulheres da família. Por esse motivo morriam muitos bebés.
A alimentação era muito diferente do que é hoje. Os alimentos eram cozinhados em panelas de barro ou de ferro, em lume de chão. A alimentação era à base de feijão, grão, batatas, sopas de pão, papas e pouca carne. Só costumavam comer carne em dias de festa. Comiam peixe pouca vez. Nas famílias maiores, dividia-se uma sardinha por duas pessoas. O pão era amassado à mão, em alguidares de barro e depois cozido em forno de lenha.
Nesse tempo era habitual os vizinhos se juntarem na “matança do porco”. Era um dia de festa. A carne depois era salgada e da gordura fazia-se manteiga (banha).
Antigamente não havia água canalizada, as mulheres tinham que ir buscar água aos poços em cântaras que levavam à cabeça ou ao quadril.
Muitas crianças nem iam à escola e dos que iam, a maior parte só andava na escola até à quarta classe e depois começavam logo a trabalhar.
Os candeeiros da rua eram acesos com um ferro alto que tinha na ponta uma tocha acesa, feita de pano e molhada em álcool. Eram candeeiros de azeite.
Os ferros de passar a roupa eram aquecidos com brasas da lareira.
As poucas crianças que iam à escola não tinham material escolar. Tinham apenas uma pedra de ardósia, onde faziam as suas tarefas.
Trabalho colectivo realizado pelos alunos do 4ºano da EB1/JI de Cercal do Alentejo
Este trabalho é uma compilação dos trabalhos realizados pelos alunos da turma, os quais contaram com a colaboração das famílias. Os alunos fizeram entrevistas aos avós e outras pessoas idosas. Foi um trabalho que suscitou bastante interesse.

Copiado da Partilha publicada pela comadre Maria Luísa no grupo do Facebook Paixão Alentejana: 

quinta-feira, 8 de junho de 2017

SAL: A caminhar na Rota Vicentina


A Rota Vicentina é a melhor oferta de Percursos Pedestres Sinalizados em Portugal. Trata-se de uma rede de percursos baseada no território do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, respetivamente nas regiões do Alentejo e Algarve.
O Caminho Histórico, com 220Km divididos em onze etapas, liga Santiago do Cacém ao Cabo de São Vicente e é o principal eixo de caminhada com paisagens deslumbrantes e muito diversificadas, mudando constantemente de panorama a cada etapa. Este trajeto tem a Certificação Europeia “Leading Quality Trails – Best of Europe”, (ERA - European Ramblers Association) sendo considerado um dos melhores destinos de caminhadas em toda a Europa.
O Trilho dos Pescadores tem uma rota completa de 75Km divididos em quatro etapas, sempre junto à costa, entre Porto Covo e Odeceixe que se afirma como o trajeto mais cinematográfico de toda a Rota Vicentina, pela permanente presença do mar e das arribas, embora seja um percurso de cenário constante. Na região do Algarve, apresentam-se alguns percursos no Trilho dos Pescadores, sem ligação entre si, mas que são um bom complemento a etapas do Caminho Histórico.
A SAL foi o primeiro operador turístico a fazer de forma coordenada toda a Rota Vicentina entre Janeiro de 2014 e Maio de 2016, num total de dez fins de semana, cumprindo todas as etapas e optimizando os percursos no Algarve, entre o Caminho Histórico e o Trilho dos Pescadores. Participaram 110 caminheiros, denominados Pioneiros SAL na Rota Vicentina, num total de 362 participações.

http://www.sal.pt/

sexta-feira, 17 de março de 2017

Rota Vicentina: do Cercal a S. Luis







Esta é uma das etapas da Rota Vicentina, entre o Cercal do Alentejo e S. Luis.
Com 21 kms de extensão, este percurso é efectuado em plena Serra do Cercal, relativamente longe das praias e falésias que caractrizam a grande maioria das etapas desta Rota...
Fotos da autoria do nosso compadre José Pedro Calheiros.
www.sal.pt

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Walk in Rota Vicentina


Walk in Rota Vicentina - Programa de Caminhadas SAL
De Janeiro a Maio de 2017
Ver mais em www.sal.pt/rotavicentina


Eis a oportunidade que esperava. Poder fazer a Rota Vicentina em boa companhia, em passeios guiados, sem precisar de grupo mínimo, com total liberdade de escolha de alojamento e a um preço justo e acessível.

Veja aqui o calendário para toda Rota Vicentina em nove fins de semana, de Janeiro a Maio de 2017.

Sábado 7 Janeiro 2017
O Desafio do Cercal
21Km - 7:00h - Cercal do Alentejo a São Luís
Caminho Histórico Etapa 3...

Domingo 8 Janeiro 2017
Entre o Mira e o Atlântico
15Km - 5:00h - Vila Nova de Mil Fontes a Almograve
Trilho dos Pescadores Etapa 2

Sábado 4 Fevereiro 2017
O Desafio d'Ó de Mira
25Km - 8:00h - São Luís a Odemira
Caminho Histórico Etapa 4

Domingo 5 Fevereiro 2017
Conquista do Cabo Sardão
9,5Km - 4:00h - Almograve a Cabo Sardão
Trilho dos Pescadores Etapa 3 - Primeira parte

Sábado 11 Março 2017
Pela Ribeira de São Teotónio
19Km - 6:00h - Odemira a São Teotónio
Caminho Histórico Etapa 5

Domingo 12 Março 2017
Deixando o Sardão a Norte
12,5Km - 5:00h - Cabo Sardão a Zambujeira do Mar
Trilho dos Pescadores Etapa 3 - Segunda parte

Sábado 1 Abril 2017
Pela Ribeira do Cerrado
17Km - 7:00h - São Teotónio a Odeceixe
Caminho Histórico Etapa 6

Domingo 2 Abril 2017
Arribas da Zambujeira
18Km - 7:00h - Zambujeira do Mar a Odeceixe
Trilho dos Pescadores Etapa 4

Sábado 22 Abril 2017
Canais de Odeceixe
23Km - 7:00h - Odeceixe a Aljezur
Caminho Histórico Etapa 7 - Inclui Trilho dos Pescadores Etapa 5

Domingo 23 Abril 2017
A Costa da Arrifana
18Km - 6:00h - Aljezur a Praia da Arrifana
Caminho Histórico Etapa 8 - Inclui Trilho dos Pescadores Etapa 7

Sábado 6 de Maio 2017
Fantástica Costa Vicentina
19Km - 6:00h - Arrifana a Bordeira
Caminho Histórico Etapa 9 - Incompleta

Domingo 7 Maio 2017
Pontal da Carrapateira
18Km - 6:00h - Bordeira a Carrapateira com percurso circular
Trilho dos Pescadores Etapa 8 - Inclui final do Caminho Histórico Etapa 9

Sábado 27 de Maio 2017
Trilho da Vila do Bispo
22 Km - 7:00h - Carrapateira a Vila do Bispo
Caminho Histórico Etapa 10

Domingo 28 Maio 2017
Chegar ao Cabo de São Vicente
16Km - 5:00h - Vila do Bispo a Cabo de São Vicente
Caminho Histórico Etapa 11 - Inclui Trilho dos Pescadores Etapa 9

O programa de Caminhadas Walk in Rota Vicentina da SAL é aberto a todo o tipo de participantes, que se podem inscrever de forma individual, em casal, em família ou em grupo de amigos. Trata-se de uma atividade aberta ao público, pelo que no mesmo grupos encontram-se pessoas que não se conhecem à partida, mas que normalmente acabam bons amigos à chegada.

Todos os passeios são acompanhados pela Equipa SAL, que se responsabiliza por toda a coordenação do evento. Os percursos estão sinalizados pelo que o conceito de "guia" é redutor para a missão da SAL neste eventos. Os Monitores SAL são assim intérpretes do território e da paisagem e facilitadores da logística de uma agradável jornada de descoberta da Rota Vicentina.

Ver mais em www.sal.pt/rotavicentina

domingo, 29 de maio de 2016

Rota Vicentina: Do Cercal a Porto Covo









A Rota Vicentina é um percurso pedestre de 350 km, integralmente sinalizado e dividido em etapas que variam entre 15 e 25 km e que podem ser percorridas nos dois sentidos, durante a maior parte do ano, em total autonomia e segurança. Cada etapa corresponde a um dia de caminhada, ligando localidades com oferta de alojamento, alimentação e outros serviços úteis para o caminhante.
Poderá optar por fazer apenas parte de uma etapa num dia, regressando ao local de partida, ou deslocando-se a pé ou com ajuda de um transfer até ao alojamento escolhido (mesmo que afastado da Rota!) ou estender a sua marcha para além do ponto sugerido de início/final de etapa, tendo o cuidado de garantir forma de regresso, ou local de pernoita.
A Rota Vicentina é um percurso acessível a quase todas as pessoas, na medida em que os percursos não apresentam um grau de dificuldade elevado, sendo o maior desafio a sua extensão. Sendo uma actividade física, algum grau de preparação/condição física é necessário para uma experiência positiva.

Fotos gentilmente cedidas pelo nosso compadre e amigo Luís Contente, tiradas numa caminhada entre o Cercal e Porto Covo, em Março de 2016.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Do Cercal a Porto Covo...


Cercal do Alentejo » Porto Covo
Partindo do Cercal, a primeira parte do trajecto percorre pequenas quintas, com as suas sebes, hortas e pomares. Aqui a vida passa mais devagar, ao ritmo das sementeiras, das sachas e das colheitas. Depois de uma zona mais árida, povoada de eucalipto, chega-se ao chaparral. Os medronheiros chegam a ter porte arbóreo. Surgem ao longo do caminho mais de 150 espécies diferentes de plantas! Estamos a caminhar num verdadeiro hotspot de biodiversidade! Cerca de um quarto destas plantas são endémicas da Península Ibérica, algumas só existem na costa Sw de Portugal. Cheire as plantas aromáticas, como o rosmaninho, o tomilho, a calaminta ou o alecrim.
Já no planalto litoral dominam os campos de cereal onde as cotovias, petinhas, trigueirões e fuinhas alegram os campos, mesmo no calor do Verão. Estas aves têm uma camuflagem perfeita, essencial para escaparem aos predadores, sobretudo as fêmeas no choco. O ninho é uma taça geometricamente perfeita, escavada no chão e forrada com ervas secas e musgo. O ninho da cotovia é tão mimético que podemos estar a olhar para ele e não o vemos. As pequenas rapinas que sobrevoam os campos de cereal à procura destas aves e dos ratinhos são peneireiros. A presença do mar sente-se através do ar que se respira e do azul no horizonte, até que chegamos à costa, junto ao Forte da Ilha do Pessegueiro.

Todas as informações estão neste Link:
http://www.rotavicentina.com/sobre-a-rota/caminho-historico/cercal-do-alentejo-porto-covo/