terça-feira, 25 de abril de 2017

25 de Abril

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O Alentejo sempre foi terra de contrastes...
A própria paisagem é vitima da rudeza do clima, muito frio de Inverno, extremamente quente no Verão.
Ao longo de séculos foi assim: as grandes propriedades, vulgarmente chamadas de "Latifúndios", foram pertença de algumas famílias importantes e, a restante população, a maioria deles eram pobres camponeses reduzidos á condição de servos, com a finalidade de labutar de Sol a Sol...


É por isso que a culinária alentejana é tão rica, de simples que é: Pão, Azeite e Alho, com variadas ervas á mistura, são os ingredientes principais dos pratos das nossas gentes e serviram lindamente para enganar a fome a muitas gerações de trabalhadores alentejanos.
Quando se deu o 25 Abril, esta população apoiou sem qualquer reserva a Revolução...
E nunca poderia ser de outra forma pois, desde o principio dos anos 60, muitos Portugueses, para fugir á fome e pobreza extrema tinham de emigrar ou, pior ainda, para fugir á Guerra Colonial, tinham de passar a salto a fronteira e procurar destinos que os aceitassem como refugiados "políticos"ou que fechassem os olhos a estes "ilegais" vindos de Portugal.
No periodo do PREC, prometeu-se a "Terra a quem a trabalha" e os alentejanos acreditaram na Reforma Agrária, movimento que gerou muita esperança num futuro melhor...
Cometeram-se excessos nessa época, sem sombra de dúvida. Mal preparados, os alentejanos tomaram as rédeas dos latifúndios e salvo raras excepções, as UCP's ( Unidades Colectivas de Produção ) acabaram por se extinguir ao fim de poucos anos...
E em 1977, a Lei Barreto deu um valente empurrão para devolver as terras aos seus antigos donos, dando a machadada final á Reforma Agrária...

No principio dos anos 80 Portugal entrou na CEE  e, de repente, vieram dinheiros para investir em novos negócios e potencializar a riqueza comum...
Novamente, com meritórias excepções, este dinheiro foi parar ás mãos erradas, a de gente que o gastou mal gasto e não o aplicou como devia de ser...
Ao povo alentejano, chegaram algumas migalhas desse imenso bolo, que contribuiu sem dúvida alguma para melhorar as condições de vida das aldeias, vilas e cidades alentejanas, mas numa parcela insignificante. Infelizmente, a maior parte do dinheiro ficou nos bolsos de gente que não o merecia e não soube aproveitar a oportunidade para gerar prosperidade e riqueza comuns...
Depois, a partir dos anos 2000, foi o descalabro: os anteriores latifundiários, descapitalizados, foram vendendo as suas herdades a gente de fora, investidores capitalistas na sua maioria, que não conhecem o Alentejo, estão a marimbar-se para as suas gentes e tradições e que, ávidos de lucro fácil, estão preparados para o estragar em poucos anos.
A difusão de canais de irrigação, com origem na Barragem do Alqueva, permitiu que toda uma imensa parcela alentejana se tornasse área de plantações intensivas, com tudo o que há de negativo nestas coisas, desde o aparecimento de alguns casos de escravatura de seres humanos, monoculturas de um determinado tipo de alimento e intensiva poluição ambiental, derivado do uso de agroquimicos sem controlo algum.
E, cada vez mais, o Alentejo profundo está cada vez mais despovoado. Se não fossem os empregos públicos, a situação ainda seria mais desastrosa. Desde 2008, com o desinvestimento social que se seguiu á Crise económica, muitos jovens com educação superior fizeram as malas e partiram...
Eram a esperança na renovação do tecido social alentejano e, em vez disso,  estão espalhados por esse mundo fora...
Hoje, o Alentejo continua a ser uma região pobre, desertificada e com a mais alta taxa de desemprego  do país !...


Os antigos Montes, outrora cheios de vida, estão em ruínas e, ainda por cima, os latifúndios estão a ficar nas mãos de gente que não deseja o contacto com os habitantes locais.
Tratam-se de Empresas Gestoras de Capitais: Compram, recuperam, têm administradores designados que gerem as propriedades, mas depois, salvo as honrosas excepções, o seu contributo para a prosperidade local é o pagamento do IMI e pouco mais...
Neste momento, nascem vedações em toda a imensa planura alentejana. Estamos a ficar cercados dentro das nossas aldeias e vilas e ninguém faz absolutamente nada para impedir os donos destas enormes propriedades de se apropriarem de caminhos rurais que sempre foram públicos e que serviram durante séculos para permitir a passagem de gentes e bens entre as diversas localidades.
Dizem que é por causa dos roubos de Cortiça e Gado. Que é por causa da Industria Cinegética. Que não querem ninguém a travessar as suas propriedades...
São milhares de hectares de terra onde só se pode entrar com autorização, áreas práticamente independentes dentro do Alentejo, completamente vedadas e por onde não se podem utilizar os antigos caminhos públicos.




Mas nem tudo é negativo:
Continuaremos a ter esperança no Futuro...
Com a crise, muitos jovens citadinos estão a regressar ás origens de seus pais e avós. Esta malta está a criar pequenos negócios locais, a ter filhos e, aos poucos, estão a ajudar a recuperar o tecido social alentejano...
Depois de tudo o que os nossos bisavós, avós e pais passaram, o subconsciente colectivo alentejano é indomável. Haverão decerto muitas outras lutas e muitos outros recomeços para o Alentejo e seu povo !...
Cabe a cada um de nós fazer a sua própria revolução silenciosa.
Cabe a cada um de nós contribuir com o seu esforço para tornar as nossas vilas e aldeias espaços melhores para se viver...
A União faz a Força !...
Abril Vencerá !...

O Hino da Revolução dos Cravos é nossa homenagem aos companheiros e companheiras que lutaram  e sofreram no passado para que hoje houvesse um futuro melhor:

Grândola, vila morena,
Terra da fraternidade,
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade.

Dentro de ti, ó cidade,
O povo é quem mais ordena,
Terra da fraternidade,
Grândola, vila morena.

Em cada esquina um amigo,
Em cada rosto igualdade,
Grândola, vila morena,
Terra da fraternidade.

Terra da fraternidade,
Grândola, vila morena,
Em cada rosto igualdade,
O povo’é quem mais ordena.

À sombra duma azinheira,
Que já não sabia a idade,
Jurei ter por companheira,
Grândola’a tua vontade.

Grândola’a tua vontade
Jurei ter por companheira,
À sombra duma azinheira,
Que já não sabia a idade.

( Zeca Afonso)

Fotos e gravuras retirados aleatóriamente da Internet.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Caminhada em Aguiar (01MAI17)



Em 01MAI17, os nossos compadres e amigos de Aguiar (Viana do Alentejo) vão organizar a sua 6ª Caminhada e Almoço-Convívio da Primavera. Como de costume, a malta do Projeto Alcáçovas Outdoor Trails está toda convidada a participar...

Ficha Técnica:

01MAI17- Segunda-Feira (Feriado)
Ponto de encontro: Largo Central de Aguiar
09H15- Caminhada circular com cerca de 10 Kms de extensão, nos arredores de Aguiar.
13H00- Almoço convívio.

O Almoço consiste num churrasco de Porco no Espeto, em total convívio com a população local.
A caminhada é gratuita, apenas se paga a participação no almoço-convívio.
Preço por participante: 6 Euros. (Bebidas não Incluidas)
Organização deste evento a cargo dos nossos compadres do Grupo Cultural e Desportivo de Aguiar.
Aguiar está situada a apenas 22 Kms de Évora e 7 Kms de Viana do Alentejo.
Recomenda-se: Chapéu, Óculos de Sol, Protector Solar, Roupa confortável, Botas de caminhada e o necessário suprimento de água na medida de cada um, muda de roupa e calçado para o fim.
Tenham em atenção as condições atmosféricas á data da actividade, tendo especial cuidado com o Sol e Calor.
Nota: A caminhada é gratuita e não tem seguro. Cada um caminha por sua conta e risco...
Inscrições Diretas para o almoço: 961369129 (Paulo Manzoupo)- Grupo Cultural e Desportivo de Aguiar
Só serão válidas as inscrições para o almoço que sejam efectuadas através deste número: 961369129.
A inscrição para o almoço neste site não é suficiente, sendo meramente indicativa de intenção.
A Organização poderá ter que limitar as inscrições, se a afluência de participantes se tornar demasiada...

Mudar de vida...


Mudar de Vida
Na casa onde ele vive não há computador, nem televisão ou aquecimento elétrico. Em contrapartida, há papel de carta, canetas, uma lareira.
A casa está plantada sobre uma ravina, entre outras, caiadas de branco, e tem um pequeno terraço onde ele vai acabar o dia a apreciar o Sol a pôr-se atrás do mar, enquanto fuma um cigarro sem pressa. À noite, acende a lareira, se for Inverno e fizer aquele frio húmido da nortada, capaz de enregelar um homem até aos ossos. E e...screve-lhe sempre uma carta a dar-lhe conta das incidências da vida, dos seus pensamentos.
No seu apartamento, na cidade, ela desliga a televisão depois do jantar, põe um cd a tocar, lê a carta dele e responde-lhe.
Em tempos, ele também viveu na cidade. Trabalhava numa grande empresa e alimentava-se da adrenalina do quotidiano. Era frenético, a fazer contactos, a transbordar de entusiasmo, a convencer clientes, a correr atrás de resultados, apostado em ser o melhor. Era só ele, a agitação do trabalho, a vida boémia pela noite fora, muitos cafés pela manhã, almoços com clientes, reuniões sem fim, jantares tardios. Mas, de repente, tinha quarenta anos e a sensação de que a vida, a verdadeira vida, passara por ele. Largou tudo, partiu.
Agora vive nesta vila caiada de branco sobre o mar e ocupa-se da sua loja de artigos desportivos. Deitou fora os fatos, as gravatas, vai à praia à hora de almoço com uma prancha de surf.
Conheceu-o quando entrou por acaso na loja, num fim-de-semana comprido que a trouxe à vila com duas amigas, no início do Verão passado. Teve uma aula de surf com ele, jantaram no restaurante da praia, trocaram endereços com a promessa de se escreverem em breve. Ele cumpriu a promessa, ela respondeu-lhe e nunca mais pararam.
Ela regressou à vila com um saco no carro, preparada para passar três dias em casa dele. Aceitou o seu convite, embora pensasse que era um erro. Na verdade, conhecia-o mal e não estava certa de que fosse boa ideia aprofundar a relação, pois teria de partir novamente e moravam longe um do outro.
Mas os três dias transformam-se em seis meses e, não obstante ter-lhe dito em todas as cartas que nunca deixaria a cidade, acabou por largar o emprego e vender o apartamento. Agora vive com ele, ajuda-o na loja e pretende voltar a fazer surf depois de o bebé nascer. Ainda lhe parece difícil acreditar que fez tudo ao contrário do que pretendia, que deixou tudo por ele, mas está feliz e aprendeu que, afinal, não havia nada suficientemente importante para a impedir de mudar de vida, para melhor.
EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/ecocasaportuguesa

domingo, 23 de abril de 2017

Dia Internacional dos Monumento e Sitios












Em comemoração do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, a Câmara Municipal de Viana do Alentejo, com o apoio da Associaação dos Amigos das Alcáçovas e da Paróquia de Alcáçovas organizou uma visita ao Património construído de Alcáçovas.
Os nossos visitantes puderam conhecer a Igreja Matriz, a Igreja da Misericórdia, o Paço dos Henriques, O Horto e Capela das Conchas, além da Fonte do Concelho e do Convento de Nª Sra da Esperança.
Agradecemos aos proprietários do Convento de Nª Sra da Esperança a disponibilização para a abertura deste magnifico edificio religioso, tão emblemático da nossa vila...

sábado, 22 de abril de 2017

Nisa










Atendendo ás últimas investigações sobre a fundação da Vila de Nisa da responsabilidade do Prof. Carlos Cebola, conhecem-se factos novos que vieram trazer uma nova versão da mesma.
Em 1199 D. Sancho I doa a Herdade da Açafa à Ordem do Templo, este território era delimitado, de modo muito sumário a norte pelo Rio Tejo e a sul detinha parte do território dos actuais concelhos de Nisa, Castelo de Vide e parte do território espanhol junto á actual fronteira. Estas doações tinham como objectivo fixar moradores em zonas ermas e despovoadas e consequentemente defender o território. Os Templários edificaram uma fortaleza que os defendesse dos infiéis e sinalizava a posse desses territórios. Ao mesmo tempo o monarca anuncia a vinda de colonos franceses, que chegaram de forma faseada, sendo o último grupo destinado ao povoamento do território da Açafa.
Instalaram-se junto das fortalezas construídas pelos monges guerreiros e aí ergueram habitações, fundaram aglomerados populacionais a que deram o nome das suas terras de origem. É neste sentido que surge possivelmente o de Nisa, ou seja sendo os primeiros habitantes oriundos de Nice, ergueram aqui a sua “Nova Nice” ou melhor dizendo, a Nisa a Nova, que encontramos nos documentos, e quando surge o termo Nisa a Velha, este refere-se á sua antiga terra de origem, a Nice francesa. Assim terão nascido Arêz (de Arles), Montalvão (de Montauban), Tolosa (de Toulouse), cidades do Sul de França. O primeiro Foral foi dado à Vila de Nisa entre 1229 e 1232, pelo Mestre Dom Frei Estêvão de Belmonte.
Em 1312 D. Manuel I atribuiu novo Foral à Vila, aparecendo a palavra Nisa escrita com dois “ss “, ou seja Nissa, provavelmente sob a influência da palavra Nice. Em 1343, D Afonso IV estava em guerra aberta com o seu genro, Afonso XI de Castela, o que colocava em risco toda esta zona fronteiriça, daí o Mestre da Ordem ter solicitado ao Rei a construção de uma muralha para protecção da população, pedido este que foi aceite. D João I atribui o título de “Notável” à Vila de Nisa e D. João IV por carta régia de 13 de Outubro eleva Nisa à Categoria de Marquesado, de que fez mercê a D. Vasco Luís de Gama, 5º Conde da Vidigueira.
Ao Concelho de Nisa foram anexados os de Arêz e Montalvão por decreto de 6 de Novembro de 1836 e os de Alpalhão e Tolosa no decreto de 3 de Agosto de 1853, tendo sido desanexadas em 1895 e novamente anexadas em 1898. A freguesia de Amieira do Tejo passou para o concelho do Gavião em 1836, mas transitou para Nisa através de decreto de 26 de Setembro de 1895.

Artesanato

A fama do concelho de Nisa deve-se sobretudo à diversidade e riqueza das suas artes e ofícios tradicionais. Nisa é, de facto, um dos centros de excelência não só do artesanato alentejano, como de todo o país. Quer na vila, quer nos aglomerados dos arredores têm germinado e persistido artes antigas que são o expoente de uma vida e da cultura de um povo.
O artesanato é diversificado e essencialmente decorativo. A Olaria Pedrada é uma tradição ancestral que ocupa apenas três oleiros. Caracteriza-se essencialmente por peças de barro vermelho incrustadas de pequenas pedrinhas brancas. Os Alinhavados, as Rendas de Bilros, as frioleiras, os trabalhadores de aplicação em Feltro são testemunhos do passado que no presente se encontram a ser executadas por algumas mulheres que ainda se dedicam a esta arte porque já poucas são as que querem aprender.

Texto copiado do blogue: http://terrasdeportugal.wikidot.com/

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Feijão com Catacuzes

Foto: Mercearia Santos Lucas (Viana do Alentejo)

Feijão com Catacuzes

Ingredientes:

2 molhos de catacuzes
5 dl de feijão manteiga ou catarino
1 grande molho de coentros
2 pés de poejos
1 cabeça de alhos
2 dl de azeite
colorau doce (facultativo)
sal
fatias de pão alentejano

Preparação:
Deixar o feijão a demolhar de véspera.
Cozer o feijão na panela de pressão durante cerca de 30 minutos.
Entretanto prepare os catacuzes, cortando-lhe o pé, deixando apenas as folhas. Lave-os em água abundante e escalde-os deixando-os ferver durante cerca de 5 minutos.
Prepare um refogado com a cebola bem picadinha, e os dentes de alho esmagados. Junte o colorau, os coentros e os poejos bem picadinhos.
Adicione, também, o feijão e envolva bem. Juntar a água onde cozeu os feijões e deixe levantar fervura.
Por fim adicionar os catacuzes e tempere com sal e pimenta a gosto.
Deixe cozinhar até os catacuzes estarem bem macios.
E servir á moda do Alentejo: deitar a sopa por cima de fatias de pão nos pratos.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Cante em Alcáçovas (22ABR17)


É já no próximo sábado 22ABR que todos os caminhos do Cante Alentejano vão dar a Alcáçovas.
O Grupo Coral Feminino "Paz e Unidade" comemora os seus 27 anos de existência e a grande festa será no Jardim Público.
Estão todos convidados a aparecer e fazer parte deste grandioso evento em honra do Cante Alentejano !...

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Base Aérea de Beja ajuda a salvar refugiados no Mediterrâneo


Uma aeronave P-3C CUP+ da Força Aérea Portuguesa, ao serviço da NATO na operação “Sea Guardian”, detetou, no dia 15 de abril, uma embarcação de borracha com aproximadamente 100 migrantes a bordo.
A missão de vigilância marítima, a cargo da tripulação da aeronave P-3C Cup+, da Esquadra 601 – “Lobos”, ( Esquadra de aeronaves cuja base de origem é a de Beja), permitiu encaminhar para o local meios de salvamento e proceder ao resgate dos migrantes, que se encontravam numa embarcação em elevado risco de naufrágio.
Nesta missão foi patrulhada uma área superior a 550.000 Km2 durante aproximadamente nove horas de voo.
Recorde-se que participam na operação “Sea Guardian”, da NATO, desde dia 12 de abril, uma aeronave P-3C Cup+ e 27 militares da Força Aérea Portuguesa.
Esta operação, que veio substituir a "Active Endeavour", conta com a participação de meios aéreos e de superfície da Aliança Atlântica, com a finalidade de patrulhar e de monitorizar o Mar Mediterrâneo. 

O objectivo: dissuadir, defender e proteger os Estados aliados contra ataques terroristas.


Nota:
É com imenso orgulho que partilhamos esta noticia neste nosso blogue.
Ao contrário do que muitos pensam, os militares não servem para fazer a guerra, mas para manter a paz.
E, ao salvar vidas humanas, os nossos militares honram a sua Pátria e a bandeira que envergam no seu uniforme.
A Base Aérea de Beja está na primeira linha de frente no combate ás redes de tráfico humano, além de ajudar a defender o flanco Sul da Europa...
Como escreveu Camões: Honra-se a Pátria de tal Gente...

terça-feira, 18 de abril de 2017

Paço dos Henriques




Paço dos Henriques ou Paço Real, localizado em Alcáçovas, foi a residência real de Portugal no século XIV, onde se realizaram os casamentos dos pais de D.Manuel I de Portugal e da rainha Isabel I de Castela, a Católica. Nele, D. João II de Portugal redigiu o seu testamento a 20 de Setembro de 1495.
O acontecimento que mais marcou este palácio foi a assinatura do Tratado de Alcáçovas a 4 de Setembro de 1479 e que é considerado o primeiro acto de globalização.
Nada resta do original palácio do século XIV, que com o passar do tempo se foi adaptando às suas realidades: Palácio Real; Casa Nobre; Solar dos Henriques e de outras famílias nobres da terra e, finalmente, espaço público.
Aberto todos os dias.
Fotos gentilmente cedidas pelo nosso compadre Manuel Raphael.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

3º Encontro Coleccionista da Vila de Alcáçovas








O 3º Encontro Coleccionista da vila de Alcáçovas vai ser no próximo dia 17JUN, inserido no Programa da Semana Cultural.
São bem vindos todos os coleccionadores de Pacotes de Açúcar ( e não só), pois esta vai ser uma excelente oportunidade para boas trocas e estreitar laços de amizade...
Organizado pelo Núcleo Coleccionista da Associação dos Amigos das Alcáçovas, com o apoio da Junta de Freguesia desta vila...
Cá vos esperamos !...

domingo, 16 de abril de 2017

Loja das Prendas (Évora)







Há uma loja em Évora onde sempre se encontra a prendinha ideal para oferecer á namorada, ao amigo ou á colega que faz anos.
Os preços são acessíveis, não têm nada a ver com os que são praticados nas ruas mais centrais e percorridas pelos turistas...
Trata-se da Loja das Prendas, na Rua Miguel Bombarda 58-A, ali a dois passos do Tribunal...


sábado, 15 de abril de 2017

Aqui não temos Lotação Esgotada...








Compadres e comadres, aqui não sabemos o que é "Lotação Esgotada".
Todos cabem nas nossas caminhadas e serão muito bem recebidos, desde que tragam boa disposição e vontade de usufruir do Melhor Alentejo do Mundo !
Ninguém está a mais neste nosso Projeto de divulgação eco-turistica do concelho de Viana do Alentejo !
O Alentejo é tão grande, que há lugar para todos !...

Com o Projeto Alcáçovas Outdoor Trails, levamos eco-turistas aonde mais ninguém leva...
Próxima caminhada gratuita de divulgação: 01MAI, em Aguiar ( a apenas 20 kms de Évora).
Estejam atentos a novas informações neste vosso blogue...
Fotos dos nossos compadres e amigos Mário Quinta, Nuno Grave e Paula Greg.