terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Ervas Aromáticas






Algumas das produções da Horta Biológica Vale Bexiga, expostas na "Mostra de Doçaria das Alcáçovas" de 2015.
Fotos gentilmente cedidas pelo nosso compadre Henrique Carvalho.

A sua utilização na cozinha tem diversos efeitos benéficos para a saúde, diz a DGS.
Uma das formas de reduzir o consumo de sal recomendada pela Direcção-Geral da Saúde (DGS) é a sua substituição por ervas aromáticas. A utilização destas na cozinha, diz a DGS, pode "influenciar dupla e positivamente a saúde, quer pela redução da quantidade de sal nos alimentos quer pelas propriedades benéficas que apresentam para a saúde". É aconselhável usá-las em cru, adicionando-as aos alimentos no final da preparação destes.

As ervas aromáticas - e estamos a falar de alho, aipo, alecrim, cebola, cebolinho, coentros, endro, erva-cidreira, estragão, gengibre, funcho, hortelã, louro, orégãos, manjericão, poejo, salsa, sálvia, segurelha, tomilho - têm proteínas, vitaminas e substâncias fitoquímicas que actuam como antioxidantes, bactericidas, antivírus, fitoesteróis e indutores ou inibidores de enzimas. Estas substâncias serão as responsáveis por várias das propriedades atribuídas às ervas aromáticas: efeitos positivos na prevenção do cancro, no funcionamento dos sistemas cardiovascular, reprodutivo e nervoso. As ervas aromáticas são "excelentes fontes de antioxidantes naturais".
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