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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Revista Passear.com nº 73 ( Versão Gratuita )


É essencial divulgar os territórios!
 
As estratégias de promoção e divulgação das regiões passam, em certa medida, pelo contacto próximo com a comunicação social especializada. A convite da Câmara Municipal de Mora fomos conhecer o potencial deste território ao nível do seu património natural, cultural e edificado. A poucos quilómetros de Lisboa, Mora possui argumentos suficientemente fortes para atrair visitantes que gostem do contacto com a Natureza através de caminhadas, da observação de aves ou de atividades ligadas ao rio. O seu património edificado é relevante e a gastronomia é rica. Um destino a ter em conta.
O nosso tema de capa está ligado ao Cicloturismo. António José Soares foi pedalar ao longo da antiga linha férrea do Corgo e conta-nos a sua experiência.
E como a época do Natal já está próxima, apresentamos um conjunto diversificado de equipamentos ligados às atividades de ar livre.

Bons Passeios


http://passear.com/PassearVG/Passear73VG/

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Brotas





Situada numa elevação próxima do rio Divor, Brotas é uma freguesia do Concelho de Mora que dista aproximadamente 11km da sede concelhia. Com 83,15 km2 de área e um total de 451 habitantes (censos 2011), esta freguesia constituiu o Concelho de Águias até 1834, tendo passado no final do século XVIII para a atual povoação de Brotas.
O seu orago é Nossa Senhora de Brotas, culto que data do século XV. Segundo a tradição este culto teve origem na vila das Águias, mais propriamente no lugar de Brotas da Barroca, que se encontrava naquela altura completamente inabitável por ser extremamente húmido e constituído por uma grande cova cercada de ribanceiras, que a toponímia local designou de Inferno, Inferninho e Purgatório. A lenda conta que enquanto um pastor guardava ali a sua vaca, esta por descuido escorregou e foi estatelar-se morta no fundo dessa cova. Quando se apercebeu do sucedido, o pastor desprovido da sua principal fonte de rendimento para sustentar a sua família, confiou à Virgem o seu desgosto, implorando-lhe proteção. De seguida começou a esfolar o animal e já depois de lhe ter cortado a pata que se tinha partido com a violência da queda, apareceu-lhe a Virgem Santíssima que lhe recomendou serenidade e pediu que fosse dizer aos moradores das Águias para lhe construírem ali uma capela e disse que assim que voltasse encontraria a vaca viva. O pastor assim fez e quando regressou àquele local com os seus conterrâneos, a vaca já andava a pastar como se nada tivesse acontecido e da pata que lhe havia sido cortada apareceu feita uma imagem da virgem. Pouco antes de 1424 ali se ergueu a ermida, como simples comenda da Ordem Militar de São Bento de Avis e dependente da vila das Águias. E a imagem da Nossa Senhora de Brotas ali foi conservada, com cerca de um palmo e feita de osso, harmonizando-se perfeitamente com os dados da tradição.
O declínio da vila das Águias começou a acontecer quando, a pouco e pouco, o lugar de Brotas, local onde se edificou a ermida, se tornou uma povoação mais importante devido às constantes peregrinações ao Santuário de Nossa Senhora de Brotas. O crescente desenvolvimento religioso levou a que em 1535 o cardeal-infante D. Afonso, bispo de Évora, lhe concedesse independência eclesiástica, transferindo a sede paroquial de Águias, já muito decadente, para Brotas com o título de Nossa Senhora de Brotas.
Em frente ao templo estende-se a Rua da Igreja, onde as casas ainda apresentam os letreiros das confrarias a que pertenciam, de Setúbal, de Mora, de Lavre, e Cabeção e de Cabrela. Esta é portanto a parte da aldeia a que o povo chama de “Aldeia Velha”. A partir da primeira Guerra Mundial, os proprietários de uma herdade denominada Monte de Cima, fronteiro à “Aldeia Velha”, formaram uma outra aldeia a que os moradores chamaram de “Aldeia Nova”.
O Concelho das Águias ou Brotas foi extinto em 1834 e anexado ao de Mora. Quando o de Mora foi suprimido em 1855, Brotas passou para o de Montemor-o-Novo e nele se manteve até 1861, ano em que o Concelho de Mora foi restaurado.​
Texto: C.M. Mora.
Fotos gentilmente cedidas pela nossa comadre Matilde Gama.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

EN 2 - A nossa "Route 66"



Alcáçovas

Montemor-o-Novo

Casa Branca

Santiago do Escoural

Ferreira do Alentejo

Odivelas

Torrão
Aljustrel
Ervidel

Ponte de Sôr

Castro Verde

Almodovar

Mora




A histórica rota 66, nos Estados Unidos, berço do primeiro Motel e do primeiro McDonald's do mundo, foi imortalizada por Hollywood. Esta estrada museu norte-americana começa em Chicago, Illinois, e atravessa os estados do Missouri, Kansas, Oklahoma, Texas, Novo México e Arizona terminando em Santa Mónica, na Califórnia, totalizando 3 755 km.
Mas Portugal, e o Alentejo, não devem invejá-la: nós temos a EN2.
A Estrada Nacional 2 tem um total de 738,5 quilómetros, o que faz dela a terceira mais longa do mundo, a seguir à Route 66, nos Estados Unidos e à Ruta 40, na Argentina. 
A EN2 atravessa 36 concelhos, grande parte alentejanos, vai ter também a sua rota turística, com enfoque para locais de alojamento, património e restauração, além de pontos de interesse histórico. Para o efeito foi constituída formalmente, no passado dia 5 de novembro, a Associação de Municípios da Rota da Estrada Nacional 2 (EN2), por escritura pública, realizada no município de Santa Marta de Penaguião.
Através da criação desta associação pretendem-se explorar as potencialidades de cada Concelho, bem como promover, junto de quem a percorre, a identidade e o património português na sua diversidade de costumes, gastronomias e paisagens, à semelhança do cariz turístico associado à mítica Route 66.
Para além do âmbito nacional, pretende-se a internacionalização da Estrada Nacional 2, num projeto socioeconómico que visa, entre outros aspetos, combater a desertificação do interior do país e oferecer uma alternativa turística de excelência ao litoral do território.
O Presidente do Município de Viana do Alentejo, Bengalinha Pinto, participou no ato fundacional da Associação de Municípios da Rota da Estrada Nacional 2 (EN2) e considera que se trata de um "projeto importante para o futuro do nosso Concelho e, por isso, a ele aderimos desde a primeira hora”. Bengalinha Pinto acredita “que esta rota turística vai ajudar a criar riqueza em cada um dos concelhos que atravessa, através da divulgação de todo o seu património”.


segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Fluviário de Mora em pacotes de açúcar

São cinquenta mil (50 000) pacotes de açúcar com uma colecção de imagens do Fluviário de Mora e que vão chegar às mesas de cafés e restaurantes da Grande Lisboa e do centro do País. Num acção conjunta com a Delta Cafés, a colecção de imagens do Fluviário de Mora em pacotes de açúcar revela, entre outros segredos, que as lontras são capazes de assobiar, guinchar e chiar, que os cágados são mais antigos que os dinossauros, que os peixes nunca dormem e que há rãs venenosas no Alentejo.
O Fluviário de Mora em nove anos de existência recebeu mais de 750 mil visitantes e continua a afirmar-se como local de atracção único, com mais de 500 exemplares de 65 espécies naturais dos rios.
http://www.cardapio.pt/gastronomia/26895-fluviario-de-mora-lanca-coleccao-de-pacotes-de-acucar-em-parceria-com-a-delta-ca/

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Torre das Águias (Brotas)

                        Estrelas... sobre a Torre das Águias - Brotas (Mora)

A Torre das Águias localiza-se na antiga povoação de Águias, na freguesia de Brotas. Erguida a partir de 1520 por D. Nuno Manuel, guarda-mor do rei D. Manuel I, possivelmente sobre uma estrutura anterior, era utilizada para repouso dos fidalgos nas caçadas de grande montaria. 

Também se conjectura sobre a eventual ligação da edificação da torre ao culto de Nossa Senhora de Brotas.
Edifício de estilo manuelino, apresenta planta com formato quadrado de aproximadamente 18 metros de lado por cerca de 20 de altura, em alvenaria, silharia e cantaria de granito. 

Está dividido internamente em quatro pavimentos, nos quais se rasgam janelas também quadradas. O pavimento térreo é constituído por um amplo salão, coberto por abóbada de ogivas nervuradas; o segundo pavimento divide-se em salão nobre com um vasto fogo de chão e divisões contíguas; o terceiro e quatro pavimentos não apresentam divisões e têm a cobertura em abóbadas de cúpula abatida.
Classificada como Monumento Nacional em 1910, resistiu em tempos ao terramoto de 1755 e começou a degradar-se já no século XIX. Em 1946 sofreu intervenções de restauro, a cargo da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), tendo sido novamente intervencionada em 1978 com obras de consolidação e reconstrução de interiores.
Actualmente em avançado estado de degradação, carecendo de conservação urgente, encontra-se em mãos de particulares.

Informação: cm-mora.pt
Foto: Nuno Trindade Photography

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Fluviário de Mora

O Fluviário de Moraum aquário que dá a conhecer as diferentes espécies de água doce, os diferentes tipos de habitats e os seres vivos que neles vivem. 

O Fluviário, que realiza habitualmente oficinas ambientais e visitas guiadas para grupos, está aberto todos os dias das 10h às 17h (ou até às 19h no horário de Verão).

Mora Parque Ecológico do Gameiro – Cabeção. Tel.: 266448130
Das 10h às 18h. Bilhetes a 5 e 7,50 euros (descontos para famílias). Actividades gratuitas
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