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domingo, 25 de outubro de 2026
Barragem de Pego do Altar
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
quarta-feira, 29 de julho de 2026
Passeio dos Negros
Segundo o cancioneiro popular Alentejano que diz " se queres ver raparigas negras como carvão, vai dar um passeio a S. Romão ", fui bem enganado, porque não vi nenhuma...No entanto, as pessoas e a paisagem que encontrei valeram os quase 35 kms em BTT no Vale do Sadão... Aldeias Visitadas: S. Romão do Sado, Rio de Moinhos e S. Mamede do Sadão.
domingo, 26 de julho de 2026
quinta-feira, 25 de junho de 2026
Porto Rei
Foto reportagem: Ruínas de Porto Rei.
( Vale do Sado - Torrão )
O rio Sado (Calipus ou Xâter, como lhe chamavam, respectivamente, romanos e árabes) nasce na Serra do Caldeirão e é, pois, uma estrada muito antiga e, à imagem de outros rios (Guadiana e Mira) que também no final do seu percurso percorrem suavemente os últimos quilómetros, também a linha férrea, quase plana, com curvas pouco acentuadas e longas rectas, lhe seguiu de perto o exemplo ao mesmo tempo que lhe retirava a importância económica que então detinha. Ao sabor da corrente, aproveitando a influência das marés que a acentuavam ou contrariavam, era volumoso o tráfico de barcos à vela ou a remos.
A primeira carreira de vapores – Alcácer, Setúbal e Lisboa – seria inaugurada em 12 de Fevereiro de 1847, chegando mesmo até Porto de El-Rei (como vem nalgumas dicionários corográficos antigos ou Porto de Rei, como vem na carta toponímica portuguesa), a cerca de cinco léguas para montante de Alcácer do Sal e a 70km, sempre navegáveis, do Atlântico. Depois de 1853, com a construção do caminho-de-ferro do Alentejo, Alcácer decairia consideravelmente. Produtos como a cortiça, carvão, cereais, minério e sal, entre muitos outros, deixam gradualmente de ser embarcados em Porto de Rei, Pocinho do Sal e na Foz de Sítimos e, mesmo, na própria vila de Alcácer, devido à construção do ramal ferroviário para Setúbal em 1861. Pela via ferroviária, os produtos, quase desde a sua origem, chegam mais rapidamente à capital, condenando à ruína os enormes celeiros do Empório comercial de Alcácer.
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