quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Restaurante Paço Real
Deixemo-nos de conversas fiadas:
Vir visitar Alcáçovas e não conhecer o Restaurante Paço Real é parecido a ir a Roma e não ver o Papa...
Pela sua decoração e pela simpatia do pessoal, não falando (é claro) da magnifica gastronomia á nossa disposição, será um sacrilégio imperdoável que o ilustre não entre neste templo dedicado ao Alentejo.
As especialidades são o Bacalhau á Paço Real e o Borreguinho Assado no forno, mas há muitos mais petiscos de criar água na boca...
Rua dos Ciprestes, 38 7090-051 Alcáçovas
Fotos gentilmente cedidas pelo meu amigo João Ferro.
http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=2789798
Alentejo Litoral
Não pensem os meus amigos, que lá por andar sempre nos trilhos da planicie, de volta e meia não gosto de ir á praia... É que o Alentejo tem uma linha costeira que mete inveja a muita nação deste mundo, temos de lhe dar o devido valor e mostrar respeito.
E para provar aos meus dignissimos compadres que eu também frequento areais, vai aqui uma selecção de fotos duma caminhada entre a Lagoa de S. André e a Lagoa de Melides...
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Local:
Melides, Portugal
O maior Chocalho do Mundo...
Na rotunda junto ao Jardim de Alcáçovas, podemos ver o maior chocalho do mundo, que só não o é porque os seus fabricantes, a malta da fábrica de Chocalhos Pardalinho, se esqueceu de documentar todo o processo de fabrico através de fotos e filmagens.
Ora quando contactaram os responsáveis do Guiness Book of Records, os tipos pediram-lhes as provas em como o tinham feito e isso era coisa impossivel...
Assim, aquele chocalho gigantesco continua a ser, (pelo menos para nós que o vimos fazer), o maior chocalho do mundo, mas não teve direito a reconhecimento no tão famoso livrinho...
Actualmente, o Guilherme Maia e o Francisco Cardoso são os dois unicos mestres chocalheiros e depositam em si todo o saber adquirido por muitas gerações de chocalheiros da vila de Alcáçovas.
Link para um passeio em Alcáçovas:http://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=2789798
Aqueduto da Água de Prata (Évora)
Em Novembro do ano passado, o grupo CAOS Évora do www.caminharemportugal.com proporcionou aos seus membros um passeio pedestre ao longo deste trilho magnifico nos arredores desta cidade...
Estas caminhadas são gratuitas e para tal, basta aderir ao site e aparecer com boa disposição.
Cada vez mais, as pequenas aldeias e vilas alentejanas beneficiam com o esforço de carolas que vão organizando estas coisas, com o unico interesse de mostrar a todos o Melhor Alentejo do Mundo...
A Florbela Vitorino como organizadora e todos os participantes estão de parabéns pelo convivio e camaradagem que esteve presente em toda a jornada...
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Local:
Évora, Portugal
Passeio dos Negros em Rio de Moinhos
Ainda não tinhamos colónias em África, já importávamos escravos negros das feitorias existentes no Senegal e Guiné para colonizarem os vales do Sado e do Xarrama, pois as populações brancas morriam que nem moscas com paludismo quando estavam nestas paragens muito tempo...
E é por isso que hoje, em Rio de Moinhos, freguesia do Torrão e concelho de Alcácer do Sal, temos a sensação que passeamos numa aldeia qualquer em Cabo Verde, tal é a quantidade de genes africanos existentes naquela população...
Actualmente, Rio de Moinhos é uma simpática aldeia com trilhos óptimos para pedestrianistas que queiram percorrer as valas de irrigação oriundas da barragem de Vale de Gaio.
As bifanas do Café Central recomendam-se para acabar em beleza este Passeio dos Negros...
Preguiçando por Mértola
A caminho do Algarve, deixei-me seduzir por Mértola, a velha Myrtilis romana.
Tudo o que existe nesta vila me fez lembrar os Muçulmanos que aqui viveram há alguns séculos e não me espantaria se, numa destas ruelas, passasse por mim uma Moura Encantada.
Mas como já estava acompanhado por uma, tudo correu lindamente...
Se puder, visite Mértola por alturas do seu Festival Islâmico. Pode ser que encontre a sua Princesa Moura, quem sabe?
S. Bartolomeu do Outeiro
S. Bartolomeu do Outeiro fica num alto dum monte.
Mas aqui no Alentejo os Montes são casas de habitação e ás elevações de terreno chamamos-lhes Outeiros...
Do seu miradouro, avista-se uma enorme área de Alentejo compreendida entre as Serras de Portel e de S. Vicente com a albufeira da Barragem de Alvito ao centro.
Em S. Bartolomeu do Outeiro sentimo-nos águias, tal é a imensidão que a nossa vista pode abranger...
Sabe bem vaguear pelas ruelas e sentir o cheiro dos fornos de carvão ali próximos...
O sr. Sassá, que Deus tenha, deixou um legado a S. Bartolomeu do Outeiro e que hoje podemos admirar no seu centro histórico: Uma aldeia em miniatura.
Fotografe á vontade, tenho a certeza que esteja onde estiver, o Sassá ficará orgulhoso...
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