sexta-feira, 13 de março de 2020

9 anos a caminhar no Alentejo...








O Grupo Pedestrianista Alcáçovas Outdoor foi criado em Abril de 2011 e desde essa data já organizou centenas de caminhadas e passeios pedestres em todo o Alentejo Central, sendo responsável por atrair milhares de visitantes eco-turistas  a este cantinho do Alentejo.
Apoiado desde a 1ª hora pela Junta de Freguesia de Alcáçovas e pela Câmara Municipal de Viana do Alentejo, este projeto é um núcleo autonomo da Associação dos Amigos das Alcáçovas, uma associação de dinamização local e protecção do património, sem fins lucrativos.
Para participar nas nossas caminhadas gratuitas de divulgação, basta aparecer...
Fotos da autoria do nosso compadre Mário Quinta, captadas na caminhada de 08MAR20, em Alvito.

A partir de hoje, 13MAR20, as nossas caminhadas estão canceladas até novos desenvolvimentos da Pandemia de Coronavirus.





quinta-feira, 12 de março de 2020

Catacuzes




Outra planta silvestre muito apreciada no Alentejo é o "Catacuz".
É utilizada na culinária Alentejana desde tempos imemoriais e é muito rica em ferro,cálcio,vitaminas e outros compostos benéficos para a saúde,sendo por exemplo,bastante eficaz no combate à anemia.
Na gastronomia é utilizada de várias maneiras, seja em sopas, normalmente de feijão ou grão, em saladas ou em esparregados.
Também foi utilizada outrora na industria da tinturaria.
Mais uma planta silvestre que os Alentejanos aproveitaram para enriquecimento da gastronomia Alentejana.
Texto: José Pessoa.

quarta-feira, 11 de março de 2020

Free-Walking em Santiago do Escoural












Caminhar em regime free-walk já chegou ao Alentejo Central.
O Grupo pedestrianista Alcáçovas Outdoor organiza caminhadas em regime free-walk desde 2011.
Para participar nas nossas caminhadas basta aparecer...
Fotos da autoria do nosso compadre Rogério Rabe, captadas numa caminhada free-walk na área de Santiago do Escoural

terça-feira, 10 de março de 2020

Lúcia Lima





A lúcia-lima, também conhecida como limonete, bela-Luísa, erva-Luísa ou doce-Lima, por exemplo, é uma planta medicinal que possui propriedades tranquilizantes e anti-espasmódicas, podendo ser utilizada para tratar principalmente problemas gastrointestinais, por exemplo.
O nome científico da lúcia-lima é Aloysia citriodora e pode ser comprada em alguns mercados, lojas de produtos naturais ou farmácias de manipulação.
As partes utilizadas da lúcia-lima são as suas folhas e flores para fazer chás, infusões e compressas, assim como para ser utilizada como tempero na culinária.
Para fazer uma infusão de lúcia-lima basta adicionar uma colher de sopa de folhas secas numa chávena de água quente e deixar por cerca de 10 minutos. Depois coar e beber 2 a 3 vezes por dia.
Efeitos colaterais e contra-indicações:
A lúcia-lima não deve ser utilizada em excesso e sem contra-indicação do médico ou do fitoterapeuta, uma vez que pode resultar numa irritação gástrica, por exemplo. Além disso, o óleo essencial, quando passado na pele na forma de compressa, pode causar irritação em algumas pessoas, sendo recomendado não ir ao sol para evitar queimaduras.

segunda-feira, 9 de março de 2020

Caminhada na PR2 Alvito (08MAR20)









 





08MAR20- Pr2 Alvito
Caminhada gratuita de divulgação do Grupo Pedestrianista Alcáçovas Outdoor.
Percurso sinalizado, com cerca de 17 kms, nos arredores de Alvito.
Nesta caminhada, tivemos 20 participantes, oriundos dos Distritos de Évora, Beja e Faro.
O Grupo Pedestrianista Alcáçovas Outdoor promove caminhadas e passeios pedestres em todo o Alentejo Central e é apoiado desde 2012 pela Câmara Municipal de Viana do Alentejo.
Para participar, basta aparecer...

domingo, 8 de março de 2020

Dia Internacional da Mulher

Muitas pessoas consideram o 8 de Março apenas uma data de homenagens às mulheres, mas, diferentemente de outros dias comemorativas, ela não foi criada pelo comércio - e tem raízes históricas mais profundas e sérias.
Oficializado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975, o chamado Dia Internacional da Mulher é comemorado desde o início do século 20.
Hoje, a data é cada vez mais lembrada como um dia para reivindicar igualdade de género e com protestos ao redor do mundo - aproximando-a de sua origem na luta de mulheres que trabalhavam em fábricas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa.
O chamado Dia Internacional da Mulher só foi oficializado em 1975, ano que a ONU intitulou de Ano Internacional da Mulher para lembrar suas conquistas políticas e sociais.

sábado, 7 de março de 2020

Aqueduto de Água da Prata ( Évora )



 












Percurso com cerca de 16 kms, muito interessante, com começo e final no Bairro do Bacelo e que junta parte da Ecopista de Évora ( antigo ramal ferroviário de Mora ) com grande parte do percurso do Aqueduto da Água da Prata.
https://pt.wikiloc.com/t…/aqueduto-de-agua-da-prata-47475738


Inaugurado a 28 de Março de 1537, o Aqueduto da Prata de Évora é uma das mais marcantes obras efetuadas na cidade na primeira metade do século XVI. Foi construído em escassos seis anos, sob direção do arquiteto régio Francisco de Arruda, e prolonga-se por cerca de 18 km, até à Herdade do Divor, onde vai abastecer. 
Muito provavelmente sobreposto ao antigo aqueduto romano, o carácter civil da construção foi enobrecido por alguns troços de inegável impacto artístico e urbanístico. Por exemplo, junto à igreja de São Francisco, existiu até 1873 o Fecho Real do Aqueduto, um pórtico renascentista composto por "um torreão de planta octogonal decorado por meias colunas toscanas e nichos emoldurados, de vieiras nos arcos de meio ponto, tendo um corpo superior com lanternim de aberturas do mesmo estilo, envolvido, na base, por umas piriformes" (ESPANCA, 1966). Também na Praça do Geraldo, onde o aqueduto terminava, existiu uma fonte "adornada por leões de mármore" e associada a um arco de triunfo romano, ambos posteriormente sacrificados aquando da remodelação henriquina da principal praça da cidade e a fonte substituída pela atual fonte da Praça do Geraldo (ESPANCA, 1993, p.66). 
Na Rua Nova de Santiago, precisamente no local onde a cerca velha foi cortada, Francisco de Arruda construiu uma Caixa de Água renascentista, de planta quadrangular e atualmente com dois lados visíveis, com doze colunas toscanas e amplo entablamento, obra que caracteriza o maior empenhamento artístico em algumas zonas do aqueduto e que contrasta drasticamente com outras partes do traçado em que o utilitarismo da construção sobrepôs-se a eventuais intenções mais eruditas. 
Ao longo dos séculos o aqueduto da Prata sofreu algumas alterações entre acrescentos e demolições. De maior visibilidade foram os vários chafarizes e fontes que se implantaram ao longo do percurso citadino. Para além da terminação emblemática na Praça do Geraldo junto ao antigo arco romano, é de realçar a Fonte do Chão das Covas, obra datada de 1701. Do período de renovação urbanística patrocinada pelo cardeal D. Henrique, subsiste também o Chafariz das Portas de Moura. Ainda do século XVI, outros dois chafarizes foram construídos, respetivamente no Largo da Porta Nova, uma obra que apresenta nítidas semelhanças para com os desenhos de Afonso Álvares (arquiteto que construiu as fontes da Praça do Giraldo e das Portas de Moura), e no antigo Rossio de São Brás, uma campanha que data já de época filipina e que abrangeu ainda a edificação de uma ampla alameda. 
Parcialmente restaurado no século XVII, em consequência das guerras da Restauração, o aqueduto foi objeto de sucessivas beneficiações durante os séculos XIX e XX, não se alterando, contudo, a fisionomia geral inicial.